<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Videlicet</title>
	<atom:link href="http://jkogler.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://jkogler.wordpress.com</link>
	<description>Idéias, opiniões e comentários relacionados com meus trabalhos em engenharia elétrica, ciência da computação, inteligência computacional e outros temas. Por João Kögler.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 26 Nov 2011 12:41:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='jkogler.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Videlicet</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://jkogler.wordpress.com/osd.xml" title="Videlicet" />
	<atom:link rel='hub' href='http://jkogler.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Lei de Ohm e resistores não-lineares</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2009/03/15/lei-de-ohm-e-resistores-nao-lineares/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2009/03/15/lei-de-ohm-e-resistores-nao-lineares/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 02:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instrumentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=292</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Discussão sobre a verificação experimental da aderência do comportamento da resistência de um resistor não-linear  à lei de Ohm . Introdução As seguintes postagens anteriores discutem a questão do estudo experimental da variação da resistência de um resistor: Lei de Ohm Resistores não-lineares a a resistência incremental Mais acerca de resistores não-lineares Entretanto, uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=292&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Discussão sobre a verificação experimental da aderência do comportamento da resistência de um resistor não-linear  à lei de Ohm .</p>
<h2><span style="color:#003366;"><strong>Introdução</strong></span></h2>
<p>As seguintes postagens anteriores discutem a questão do estudo experimental da variação da resistência de um resistor:</p>
<ul>
<li><a title="Ohm's law" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/03/26/lei-de-ohm/" target="_blank">Lei de Ohm </a></li>
<li><a title="Nonlinear resistor and incremental resistance" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/03/27/lei-de-ohm-versus-resistencia-incremental/" target="_blank">Resistores não-lineares a a resistência incremental </a></li>
<li><a title="blog 4" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/04/20/lei-de-ohm-versus-resistencia-incremental-ii/">Mais acerca de resistores não-lineares</a></li>
</ul>
<p>Entretanto, uma questão que ainda aparentemente não está clara é como se deve fazer para comparar o comportamento da resistência de um bipolo não-linear com a lei de Ohm.</p>
<h2><span style="color:#003366;"><strong><strong>Aproximação pela lei de Ohm<br />
</strong></strong></span></h2>
<p>A lei de Ohm estabelece que um bipolo pode ser caracterizado como um resistor linear (ôhmico) se sua resistência for independente da corrente, para cada tensão a que o bipolo estiver submetido, ou seja, a razão V/I deverá ser constante. Como consequência, sua característica ( gráfico de I em função de V ) será uma reta (I função  é linear de V).</p>
<p>Em um bipolo não-linear tal fato não ocorre. Todavia,  em determinados intervalos de valores de tensão, o bipolo pode ser localmente aproximado por uma lei linear, dentro de uma certa margem de erro.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</p>
<p>a figura 1 mostra os valores de tensões e correntes medidos em um bipolo resistivo não-linear (uma lâmpada de lanterna para uso automotivo). O gráfico correspondente é a curva indicada na figura 1.</p>
<p>Em seguida realizou-se a regressão linear dos dados por mínimos quadrados,  resultando na característica linear mostrada na figura 1.  Em uma determinada faixa, a característica linear e a não-linear diferem uma da outra  em menos que 5%. Se esse erro for tolerado, então dentro dessa faixa o bipolo pode ser considerado ôhmico (cujo comportamento observa a lei de Ohm).</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="ohm-nonlin" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2009/03/ohm-nonlin.jpg?w=500&#038;h=305" alt="ohm-nonlin" width="500" height="305" />Figura 1</p>
<p style="text-align:left;">O erro admissível, mostrado na figura 1, corresponde a 5% e o erro em cada ponto <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CDelta_%7BOhm%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=0' alt='&#92;Delta_{Ohm} ' title='&#92;Delta_{Ohm} ' class='latex' /> foi calculado por:</p>
<p style="text-align:center;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CDelta_%7BOhm%7D+%3D+%5Cfrac%7B%5Cleft+%7C+i_%7BCalc%7D+-+i+%5Cright+%7C%7D%7Bi_%7BCalc%7D%7D+%5Ctimes+100+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=2' alt='&#92;Delta_{Ohm} = &#92;frac{&#92;left | i_{Calc} - i &#92;right |}{i_{Calc}} &#92;times 100 ' title='&#92;Delta_{Ohm} = &#92;frac{&#92;left | i_{Calc} - i &#92;right |}{i_{Calc}} &#92;times 100 ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">sendo i a corrente medida para cada valor da tensão v ( os valores de v e i  usados no gráfico são exibidos à esquerda da figura 1).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/292/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=292&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2009/03/15/lei-de-ohm-e-resistores-nao-lineares/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2009/03/ohm-nonlin.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">ohm-nonlin</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Programação com LabVIEW &#8211; 2</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/11/16/programacao-com-labview-2/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/11/16/programacao-com-labview-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 23:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Instrumentação]]></category>
		<category><![CDATA[LabVIEW]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=194</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Trataremos aqui da construção, execução e depuração de programas com LabVIEW. Introdução Este post é uma continuação do post anterior, Programação com LabVIEW -1. Nele tratamos de conceitos gerais da programação com o LabVIEW e de como se apresentam os dados em LabVIEW.  Aqui trataremos da construção e da execução de um programa em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=194&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Trataremos aqui da construção, execução e depuração de programas com LabVIEW.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Introdução</span></h3>
<p>Este post é uma continuação do post anterior, <a title="Prog_LabVIEW-1" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/10/20/programacao-com-labview-1/" target="_blank">Programação com LabVIEW -1</a>. Nele tratamos de conceitos gerais da programação com o LabVIEW e de como se apresentam os dados em LabVIEW.  Aqui trataremos da construção e da execução de um programa em LabVIEW e de como podemos acompanhar a execução e rastrear erros.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">O ambiente LabVIEW </span><br />
</span></strong></h2>
<p>Os programas feitos em LabVIEW são desenvolvidos no ambiente gráfico do LabVIEW.  Cada programa em LabVIEW é construido em 2 janelas, que são: o painel frontal e o diagrama de blocos. Cada uma delas tem suas particulares paletas de ferramentas, que são acessíveis acionando-se o botão direito do mouse em cada uma dessas janelas. A figura 1 apresenta os menus mais utilizados em cada uma das janelas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-196" title="paletes" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/paletes.jpg?w=445&#038;h=333" alt="" width="445" height="333" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1- Paletas de ferramentas: a) do painel frontal; b) do diagrama de blocos</p>
<p>O ambiente do LabVIEW prevê diferentes tipos de apontador de mouse, um para cada tipo de função a ser executada no LabVIEW. A figura 2 mostra as diversas formas com que o apontador do mouse pode apresentar-se.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-197" title="mouses-functions" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/mouses-functions.jpg?w=441&#038;h=383" alt="" width="441" height="383" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2 &#8211; Na parte de cima da figura: formatos do apontador do mouse, conforme a sua função. Todas essas apresentações de apontador do mouse são contextuais, exceto o caso de mudança de cor. Embaixo, o processo de conectar dois blocos no diagrama de blocos, através de um fio de conexão. Embaixo, à direita, a paleta de apontadores de mouses (Tools palette), mostrando o botão de modo automático.</p>
<p>O apontador do mouse pode ser selecionado manual ou automaticamente.  O default é o modo automático.  Entretanto, a seleção automática é válida somente para os casos  em que o contexto puder indicar qual o apontador válido (nesse caso o apontador é dito <span style="text-decoration:underline;"><em>contextual</em></span> , isot é, é definido pelo contexto). Por exemplo, o pincel e o conta-gotas não são definidos pelo contexto, pois podem ser usados em diversos lugares (contextos) em que se queira aplicar uma dada cor decorativa. Já o caso da função conectar (ver fig.2), é definida para contextos (locais) específicos: os terminais de um bloco e os fios de conexão, no diagrama de blocos.  Para se mudar manualmente o apontador, deve-se abrir a paleta de apontadores de mouses (Tools palette). Ela pode ser obtida do menu View &gt;&gt; Tools Palette  obtido na barra de menus da janela ou, usando-se o atalho de teclado e mouse  Shift-Menu (botão direito). Vide figura 3.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-199" title="menu-view-tools" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/menu-view-tools.jpg?w=398&#038;h=335" alt="" width="398" height="335" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 3 &#8211; Barra de menus da janela. Na versão 8 do LabVIEW, as opções são: File, Edit, View, Project, Operate, Tools, Window e Help. No exemplo acima, está sendo selecionada a opção View &gt;&gt; Tools Palette, que exibe a paleta de mouses (Tools Palette).</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Construção de programas no LabVIEW </span><br />
</span></strong></h2>
<p>Os programas feitos em LabVIEW são <span style="text-decoration:underline;">visuais </span>e são construidos na janela denominada <span style="text-decoration:underline;">diagrama de blocos</span> (<em>block diagram</em>).</p>
<p>Quando se faz um programa em uma linguagem de programação <span style="text-decoration:underline;">textual</span>, deve-se <span style="text-decoration:underline;">escrever </span>uma ou mais linhas de programa contendo a <span style="text-decoration:underline;">instrução de programação</span>, que é um <span style="text-decoration:underline;">operador</span> que atua em um conjunto de <span style="text-decoration:underline;">variáveis</span> e <span style="text-decoration:underline;">parâmetros</span> (constantes) de <span style="text-decoration:underline;">entrada </span>e fornece uma ou mais variáveis de <span style="text-decoration:underline;">saída</span> calculadas pelo operador usando as entradas.</p>
<p>Em uma linguagem de programação visual, faz-se o mesmo, porém os operadores são representados pelos <span style="text-decoration:underline;">ícones dos blocos</span> e as variáveis e parâmetros são dados pelos <span style="text-decoration:underline;">terminais do bloco</span>, ao qual se ligam os &#8220;fios&#8221; (<span style="text-decoration:underline;"><em>links</em></span>).  A figura 4 compara os dois casos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="textual-visual" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/textual-visual.jpg?w=437&#038;h=604" alt="textual-visual" width="437" height="604" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 4 &#8211; a) Programação textual. b) Programação Visual</p>
<p>Em uma lingagem textual, a passagem de uma instrução para a seguinte se dá pela sequência de escrita do texto. Em algumas linguagens a passagem se faz mudando-se de uma linha para outra através de um caracter <span style="text-decoration:underline;"><em>enter </em></span>(<em>carriage return</em>). Em outras, usa-se um delimitador de linhas (por exemplo, em C e Java, usa-se ponto e vírgula no final da instrução).</p>
<p>Em uma linguagem visual, a passagem de uma instrução para outra é feita através dos links (&#8220;fios&#8221;de conexão) entre os blocos. Eles conduzem os resultados de uma saída do bloco anterior para uma entrada do bloco seguinte. A sequência de execução não mais é linear, como no caso textual. Cada bloco seguinte executa no momento em que todas as suas entradas já receberam seu dados para execução. Se  uma das entradas ainda não estiver pronta, com seus dados, o bloco não executa. Portanto, nesse caso quem define a sequência de execução é o fluxo dos dados entre os blocos. Esse modelo (paradigma) de programação denomina-se programação orientada pelo fluxo de dados (<em><span style="text-decoration:underline;">dataflow</span> programing</em>).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="dataflow" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/dataflow.jpg?w=437&#038;h=416" alt="dataflow" width="437" height="416" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 5 &#8211; Monitoração do fluxo de dados durante a execução. O botão de execução contínua encontra-se à esquerda do botão de parada, em ambas janelas. O botão de monitoração da execução aparece apenas na janela do diagrama de blocos.</p>
<p>O LabVIEW é uma linguagem de programação visual tipo dataflow. Você pode visualizar o fluxo de dados executando continuamente um programa como o que está mostrado na figura 5, com a opção de monitoração da execução acionada. Para fazer isso, aperte o <span style="text-decoration:underline;">botão de execução contínua</span> na barra de ferramentas e o <span style="text-decoration:underline;">botão de monitoração dos dados</span> (ver fig. 5), na janela do diagrama de blocos.</p>
<p>A construção de um programa em LabVIEW consiste em:</p>
<ol>
<li>Especificar todas as entradas e saídas de dados do programa. A maior parte delas encontrar-se-á no painel frontal, por onde se opera o programa. O restante são dados provenientes de hardware acessado pelo programa ( placas de aquisição, mouse, teclado, microfone, alto-falantes, portas de comunicação, etc).</li>
<li>Selecionar os blocos a serem utilizados em cada operação e conectá-los aos dados através dos fios (links).</li>
</ol>
<p>A seleção dos blocos é feita procurando-se nas paletas de funções, como a mostrada na figura 1b. O funcionamento dos blocos é explicado resumidamente pela janela de ajuda contextual ( context help), mostrada na figura 6. Em muitos casos, nessa janela aparece um hiperlink apontando para uma página de ajuda (Help)  com mais detalhes (Detailed Help). Essas páginas de ajuda mais completas também podem ser obtidas buscando-se na barra de menus da janela, na entrada Help, como indicado na fig. 6.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-208" title="help_contextual" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/help_contextual.jpg?w=434&#038;h=281" alt="help_contextual" width="434" height="281" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 6 &#8211; Helps do LabVIEW: há o help contextual, que se abre acionando-se o botão indicado acima ou digitando-se Ctrl-H; e há o help completo, obtido através do menu Help acima indicado.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Depuração de programas no LabVIEW </span></span></strong></h2>
<p>Depurar (em inglês: <em>debug </em>) um programa consiste em identificar e corrigir os erros ( bugs ) existentes no programa.</p>
<p>Há dois tipos de erro:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration:underline;">erros sintáticos</span> &#8211; são falhas na <span style="text-decoration:underline;">declaração ou construção das instruções</span>. O LabVIEW detecta essas falhas <span style="text-decoration:underline;">automaticamente</span>. Ele mostra as falhas pressionando-se o botão de exibição de erros ( show errors ) . Ver figura 7.</li>
<li><span style="text-decoration:underline;">erros lógicos</span> &#8211; são erros conceituais. São resultantes de um uso errôneo dos blocos ou uma concepção errada do que o programa deveria fazer. Esses erros devem ser detectados pelo usuário usando-se as <span style="text-decoration:underline;">técnicas de depuração</span>.</li>
</ul>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-217" title="debug-1" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-1.jpg?w=500&#038;h=271" alt="debug-1" width="500" height="271" />a)</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-218" title="debug-2" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-2.jpg?w=500&#038;h=374" alt="debug-2" width="500" height="374" />b)</p>
<p style="text-align:center;">Figura 7 &#8211; Exibição de <span style="text-decoration:underline;">erro sintático</span> &#8211; a) Os 3 indicadores visuais de erro. Apontando-se com o mouse junto dos &#8220;fios quebrados&#8221;  e terminais com erros aparecem textos explicativos. A janela de help contextual também exibe o erro ao se apontar o mesmo com o mouse. O botão &#8220;run&#8221; (de execução) vira uma &#8220;seta quebrada&#8221; e torna-se o botão &#8220;<span style="text-decoration:underline;">Show errors</span>&#8220;.  b) Acionando-se com o mouse o botão &#8220;Show errors&#8221;, abre-se a janela com a lista dos erros.  Selecionando-se um erro, os correspondentes detalhes são exibidos.</p>
<p style="text-align:left;">Os erros conceituais devem ser depurados através de técnicas de depuração, que consistem em monitorar as variáveis calculadas durante a execução do programa sob condições controladas. Esse procedimento denomina-se <span style="text-decoration:underline;">error tracing</span> ou <span style="text-decoration:underline;">execution trace</span>. Para fazê-lo pode-se utilizar os seguintes recursos:</p>
<ul>
<li>Inserir <span style="text-decoration:underline;">breakpoints</span> &#8211; Se você suspeita de uma região específica do programa, pode inserir um ponto de parada (breakpoint) que faz com que ao se executar o programa,  ele pare nesse ponto, entrando em pausa. Dessa forma você poderá  executar o programa passo a passo a partir desse ponto, monitorando a execução com os recursos que serão apresentados a seguir. O  botão continue / pause (ver figura  8<span style="color:#ffffff;">.</span>) permite retornar à execução automática a partir do ponto em que o programa estiver parado.  Para inserir um breakpoint, aponte com o mouse o &#8220;fio&#8221; onde quer interromper a execução e, usando o botão direito do mouse, selecione no menu <span style="text-decoration:underline;">Set breakpoint</span>. Para removê-lo, use o mesmo menu selecionando <span style="text-decoration:underline;">Clear breakpoint</span>.</li>
</ul>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-222" title="debug-3" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-3.jpg?w=394&#038;h=407" alt="debug-3" width="394" height="407" />a)</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-223" title="debug-6" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-6.jpg?w=500&#038;h=314" alt="debug-6" width="500" height="314" />b)</p>
<p style="text-align:center;">Figura 8 &#8211; Uso de breakpoints. a) Inserindo um breakpoint. b) Execução passo a passo após alcançar um breakpoint. O bloco no qual a execução está parada fica piscando (flashing) aguardando uma ação (stepping ou continue).</p>
<ul>
<li>Inserir <span style="text-decoration:underline;">probes</span> &#8211; As probes são janelas para monitoração de variáveis específicas.As probes têm aspecto semelhante ao da variável a ser monitorada.  Assim, a probe para um array ou um cluster será também um array ou cluster respectivamente (experimente). Quem define  o tipo de probe é o tipo do &#8220;fio&#8221; na qual ela é criada. Para criar uma probe em um determinado fio, use o botão direito do mouse sobre esse fio e selecione no menu para inserir a probe (ver figura 9).  Para remover a probe, basta fechar sua respectiva janela. A probe é visível tanto no diagrama de blocos quanto no painel frontal.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-224 aligncenter" title="probe" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/probe.jpg?w=208&#038;h=284" alt="probe" width="208" height="284" /></p>
<p style="text-align:left;">a)<img class="aligncenter size-full wp-image-228" title="buttons-5-debug" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/buttons-5-debug.jpg?w=175&#038;h=114" alt="buttons-5-debug" width="175" height="114" /></p>
<p style="text-align:left;">b)</p>
<p style="text-align:center;">Figura 9 &#8211; a) Uso de probes. b) Apontadores de mouse nos modos de inserir breakpoint e probe. Pode-se selecionar esses mouses usando-se a paleta Tools (confrome explicado anteriormente).</p>
<ul>
<li>Monitorar o fluxo de cálculo ( <span style="text-decoration:underline;">highlight execution</span> ) &#8211; já examinamos esse processo na figura 5. Ele permite que, ao retomar a execução do programa após ela ter sido interrompida (pausada) ao se atingir um breakpoint, possa a partir de então examinar os detalhes do processo de cálculo, quer sob execução automática, ou execução passo-a-passo.</li>
<li>Executar o programa passo-a-passo ( <span style="text-decoration:underline;">step execution</span> ) &#8211; quando a execução estiver em pausa, pode-se prossegui-la passo-a-passo, usando-se os botões mostrados na figura 10.  Basta is acionando repetidamente os botões mostrados na fig.10, para prosseguir passo-a-passo. Para retornar à execução automática, basta acionar o botão <span style="text-decoration:underline;">continue</span>, mostrado na figura 8.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-225" title="single-stepping" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/single-stepping.jpg?w=309&#038;h=80" alt="single-stepping" width="309" height="80" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 10 &#8211; Execução passo-a-passo (<span style="text-decoration:underline;">step execution</span>) &#8211; O botão <span style="text-decoration:underline;">step into</span> passa a execução para dentro do bloco que está piscando,  mostrando os detalhes de sua estrutura (abre o sub-vi em outra janela mostrando seu diagrama de blocos). Para sair de dentro do bloco, use o botão <span style="text-decoration:underline;">step out</span>. Para executar o bloco completamente, sem mostrar seus detalhes passo -a-passo, use o botão <span style="text-decoration:underline;">step over</span>. Quando um bloco estiver em execução <em>step over</em> ou quando ele não permitir a observação de seus detalhes internos, aparece sobre o bloco uma seta verde, como indicado à direita da figura.</p>
<ul>
<li>Retenção dos valores nos fios após execução (<span style="text-decoration:underline;">retain wire values</span>) &#8211; se você quiser examinar os valores calculados nos fios após uma execução ter terminado, deve acionar antes da execução o botão <em>retain wire values</em> (ver figura 11). Para examinar o valor em um fio, crie uma probe nele e ela mostrará o valor que foi retido.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-227" title="buttons-2" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/buttons-2.jpg?w=189&#038;h=78" alt="buttons-2" width="189" height="78" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 11 &#8211; Botões para monitoração de valores nos fios</p>
<p style="text-align:left;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/194/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/194/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=194&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/11/16/programacao-com-labview-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/paletes.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">paletes</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/mouses-functions.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">mouses-functions</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/menu-view-tools.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">menu-view-tools</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/textual-visual.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">textual-visual</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/dataflow.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">dataflow</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/help_contextual.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">help_contextual</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">debug-1</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">debug-2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-3.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">debug-3</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/debug-6.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">debug-6</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/probe.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">probe</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/buttons-5-debug.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">buttons-5-debug</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/single-stepping.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">single-stepping</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/11/buttons-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">buttons-2</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Programação com LabVIEW &#8211; 1</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/10/20/programacao-com-labview-1/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/10/20/programacao-com-labview-1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 01:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Instrumentação]]></category>
		<category><![CDATA[LabVIEW]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=150</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Apresentar um sumário dos itens mais usuais na programação com LabVIEW. Introdução LabVIEW é um ambiente de desenvolvimento e linguagem de programação visual. A interface com o hardware, com a rede e com outros programas é muito fácil de se implementar com o LabVIEW, oferecendo um grande poder computacional. Mais informações  gerais podem ser [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=150&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Apresentar um sumário dos itens mais usuais na programação com LabVIEW.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Introdução</span></h3>
<p>LabVIEW é um ambiente de desenvolvimento e linguagem de programação visual. A interface com o hardware, com a rede e com outros programas é muito fácil de se implementar com o LabVIEW, oferecendo um grande poder computacional. Mais informações  gerais podem ser encontradas em <a title="LabVIEW-Intro" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/09/06/introducao-ao-labview/" target="_blank">Introdução ao LabVIEW</a>. Neste post faremos um sumário de como utilizar os principais recursos de programação do LabVIEW.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Programação com o LabVIEW </span><br />
</span></strong></h2>
<p>Os programas feitos em LabVIEW são visuais e são denominados Instrumentos Virtuais (<em>virtual instrument &#8211; vi</em> ) e são salvos em arquivos do tipo <em>programa.vi</em> .  Entenda-se por programas visuais como sendo diagramas de blocos que representam o algoritmo que deve ser executado. Em vez de se escrever instruções usando texto,  constrói-se um diagrama de blocos que lhe é equivalente. A figura 1 mostra um exemplo. Ali vê-se um programa escrito em linguagem C, comparado com o programa visual escrito em LabVIEW, que faz exatamente a mesma coisa.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-158" title="exemplo-1b" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/exemplo-1b.jpg?w=500&#038;h=235" alt="" width="500" height="235" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1 &#8211; Exemplo de programa &#8211; à esquerda, um programa feito em linguagem C; à direita, o mesmo programa feito em LabVIEW, que se apresenta como um diagrama de blocos, no qual as instruções são indicadas pelos ícones dos blocos e a sequência da execução é indicada pelos &#8220;fios&#8221; de conexão desses blocos.  Para mais detalhes, veja o texto.</p>
<p>O programa mostrado como exemplo na figura 1 consiste em resolver o seguinte problema: <span style="color:#000080;"><em> a) criar um vetor  e preenchê-lo com 100 valores produzidos ao acaso (aleatórios), variando entre 0 e 1 ;  b) em seguida, procurar  o maior e o menor valores contidos nesse vetor.</em></span></p>
<p>O LabVIEW prevê diversas maneiras de se realizar entrada e saída de dados:</p>
<ol>
<li>Localmente, feita pelo usuário, interativamente, através do teclado, do mouse e do monitor ou display do computador (ou outro dispositivo onde o LabVIEW estiver rodando, que use esses mesmos recursos de entrada e saída)</li>
<li>Por outros métodos, feitos localmente: usando outros recursos de hardware (câmeras, joystics, microfones, robôs conectados ao computador, impressoras, etc)</li>
<li>Através de dispositivos ligados via rede (ethernet, bluetooth, FireWire, wireless, IRDA, Field Bus, serial, etc)</li>
<li>Via outros programas, executando localmente ou remotamente, que se comunicam com o programa em LabVIEW (por ActiveX, por exemplo, ou outros métodos).</li>
</ol>
<p>A primeira maneira é realizada através de uma interface gráfica de usuário, construida como se fosse o painel de um instrumento, cujo funcionamento corresponde ao que o programa que você construir vai realizar.</p>
<p>O LabVIEW separa fisicamente a interface de usuário e o algoritmo. A interface de usuário é construida em uma janela separada denominada painel frontal. Ali são colocados objetos que servem para entrada ou saída de dados. Os objetos de entrada de dados chamam-se controles (<em>controls</em>) e os de saída chamam-se indicadores (<em>indicators</em>). Embora tenham aspectos diversos, que sugerem uma interpretação ergonômica (botões, mostradores, termômetros, gráficos, etc), são apresentações gráficas de variáveis e estruturas de dados. Vemos na figura 2 diversos exemplos de objetos  colocados no painel frontal de um programa e o seu respectivo diagrama de blocos.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-161" title="exemplo-2" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/exemplo-2.jpg?w=500&#038;h=255" alt="" width="500" height="255" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2 &#8211; Exemplo de programa em LabVIEW mostrando a interface gráfica de usuário, para entrada e saída de dados (painel frontal) e o correspondente algoritmo (diagrama de blocos).</p>
<p style="text-align:left;">No exemplo da figura 2 mostra-se um programa que implementa um gerador de um sinal senoidal, no qual o usuário pode ajustar a amplitude e a frequência do sinal, através dos botões colocados no painel frontal. A saída gráfica é feita também no painel frontal. No diagrama de blocos, vê-se uma instrução apresentada como texto.</p>
<p style="text-align:left;">O LabVIEW também aceita programação feita em formato texto e, para isso usa métodos compatíveis com a sintaxe da linguagem C e com a sintaxe do Matlab.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Elementos de Programação<br />
</span></h3>
<p>Um programa de computador constitui-se basicamente dos seguintes elementos:</p>
<ul>
<li>Variáveis e parâmetros de entrada, variáveis de saída e variáveis e constantes auxiliares nos cálculos</li>
<li>Instruções de programação</li>
<li>Sub-rotinas ou sub-programas</li>
</ul>
<p>As instruções de programação são, em geral, dos seguintes tipos fundamentais:</p>
<ul>
<li>Laços de repetição, para computação iterativa &#8211; tipo <em>for</em> e <em>while</em></li>
<li>Instruções de decisão, para selecionar, dada uma condição, qual parte do programa vai executar &#8211; tipo <em>if</em> e <em>case</em></li>
</ul>
<p>Esses são ítens geralmente encontrados em uma linguagem de programação (as que nos são mais familiares e, que são ditas <a title="procedural_languages" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Imperative_language" target="_blank">imperativas ou procedimentais</a>, como C, C++, java, Visual Basic, FORTRAN, python, etc).</p>
<p>Veremos a seguir como esses conceitos se apresentam no LabVIEW.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Variáveis, Parâmetros e Constantes no LabVIEW </span></span></strong></h2>
<p>A distinção sobre que dado deve ser tratado como variável, como constante ou como parâmetro depdende do programa e isso ficará ao seu encargo decidir. Portanto, vamos chamar todos esses dados de variáveis, na explicação a seguir.</p>
<p>As variáveis de entrada e saída aparecem em geral no painel frontal e são representadas visualmente de forma ergonômica, isto é, voltadas para facilitar sua manipulação e visualização. Apresentam-se como botões, mostradores, LEDs,  gráficos, etc. A figura 3 exibe diversos exemplos dessas variáveis no painel frontal. As variáveis de entrada chamam-se <span style="text-decoration:underline;">controles </span>e as variáveis de saída chamam-se <span style="text-decoration:underline;">indicadores</span>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-169" title="numeric_controls_and_terminals1" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/numeric_controls_and_terminals1.jpg?w=500&#038;h=266" alt="" width="500" height="266" /></p>
<p style="text-align:center;">(a) controles (entradas)  tipo numérico e seus terminais</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-172" title="numeric_indicators_and_terminals" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/numeric_indicators_and_terminals.jpg?w=500&#038;h=209" alt="" width="500" height="209" /></p>
<p style="text-align:center;">(b) indicadores (saída)  tipo numérico e seus terminais</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-174" title="boolean_text_objects1" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/boolean_text_objects1.jpg?w=500&#038;h=279" alt="" width="500" height="279" /></p>
<p style="text-align:center;">(c) Controles e indicadores tipo booleano (à esquerda) e tipo texto (á direita). Seus terminais não foram mostrados.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-175" title="graph_indicators" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/graph_indicators.jpg?w=440&#038;h=300" alt="" width="440" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;">(d) opções de indicadores gráficos (como mostrado no menu do painel frontal)</p>
<p style="text-align:center;">Figura 3  &#8211; Exemplos de diversos tipos de aspectos de variáveis de entrada e saída no painel frontal.</p>
<p>Elas também aparecem no diagrama de blocos, pois serão utilizadas nos cálculos e tarefas realizados pelo programa. Cada objeto existente no painel frontal aparece no diagrama de blocos sob a forma de um terminal, podendo alternativamente aparecer também como um ícone (você pode escolher o jeito que mais o agrada para mostrá-las). A figura 4 mostra um exemplo disso. Para trocar entre um formato e outro, basta usar o botão direito do mouse em cima da variável no diagrama de blocos e mudar a paresentação como ícone ou como terminal. O default é apresentar como ícone. Você pode mudar isso definitivamente, através da <span style="text-decoration:underline;">configuração de opções</span>, que será vista mais adiante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-177" title="controls_indicators_terminals" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/controls_indicators_terminals.jpg?w=500&#038;h=506" alt="" width="500" height="506" /></p>
<p style="text-align:center;">(a)</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-178" title="terminal_options" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/terminal_options.jpg?w=500&#038;h=268" alt="" width="500" height="268" /></p>
<p style="text-align:center;">(b)</p>
<p style="text-align:center;">Figura 4 &#8211; a) Terminais correspondentes às variáveis mostradas no painel frontal. b) Escolha do modo de exibição do terminal como ícone ou não.</p>
<p>As variáveis e constantes podem ser simples ou compostas. As variáveis simples correspondem aos tipos básicos de dados apresentados a seguir. As variáveis que aqui chamamos de compostas são dos tipos: <span style="text-decoration:underline;">array </span>e <span style="text-decoration:underline;">cluster</span>.</p>
<p>Os tipos de dados básicos são:</p>
<ul>
<li>numéricos &#8211; inteiros (com e sem sinal) , decimais (single e double),  e complexas</li>
<li>lógicos &#8211; tipos booleanos (boolean)</li>
<li>texto &#8211; cadeias de caracteres (strings)</li>
</ul>
<p>A figura 5 mostra os diversos  tipos básicos de dados. As <span style="text-decoration:underline;">cores</span> dos terminais e dos &#8220;fios&#8221; indicam o tipo de dado que se está utilizando. Os tipos numéricos inteiros são representados em azul, os decimais (ponto flutuante) em laranja, os booleanos em verde e os strings em rosa. Para se modificar o tipo de dado,  basta usar o botão direito do mouse sobre a variável ou constante (tanto no diagrama de blocos quanto no painel frontal) e escolher no menu o ítem <span style="text-decoration:underline;">representation</span>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-182" title="data_representation-1" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/data_representation-1.jpg?w=499&#038;h=430" alt="" width="499" height="430" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-183" title="data_representation-2" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/data_representation-2.jpg?w=500&#038;h=455" alt="" width="500" height="455" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 5 &#8211; Representação de tipos de dados elementares. Para modificar a representação, use a opção indicada nos menus acima.</p>
<p>Dados do mesmo tipo básico podem ser agrupadas em arrays. Variáveis de tipos diferentes podem ser agrupadas em clusters (correspondem às structs da linguagem C).  Pode-se construir arrays de cluster e clusters de arrays.</p>
<p>Para se construir um array de constantes no diagrama de blocos, pode-se colocar um molde, ou protótipo (template),  de array e inserir nele o tipo de variável que se deseja e editar seu valor em seguida, conforme indicado na figura 6.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-185" title="constant_array-a" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_array-a.jpg?w=500&#038;h=235" alt="" width="500" height="235" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 6 &#8211; Exemplo de construção de um array de constantes no diagrama de blocos</p>
<p>Para se construir um array de controles ou indicadores no painel frontal, pode-se colocar um molde, ou protótipo (template),  de array e inserir nele o tipo de variável que se deseja e editar seu valor em seguida, conforme indicado na figura 7.</p>
<p><a href="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_array-b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="constant_array-b" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_array-b.jpg?w=500&#038;h=204" alt="" width="500" height="204" /></a></p>
<p>Figura 7 &#8211; Construção de um array de controles ou indicadores no painel frontal. À direita, diversos exemplos.</p>
<p>Os mesmos procedimentos podem ser feitos para construir um cluster de constantes ou de controles ou indicadores, podendo-se misturar neste caso diferentes tipos de variáveis, conforme mostrado na figura 8. O único cuidado a tomar-se é que não se pode misturar variáveis de entrada e saída em um mesmo cluster, pois o cluster todo é qualificado como cluster de entrada ou cluster de saída.</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-187" title="constant_cluster-a" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_cluster-a.jpg?w=500&#038;h=250" alt="" width="500" height="250" /></p>
<p style="text-align:center;">(a)</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-188" title="constant_cluster-b" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_cluster-b.jpg?w=371&#038;h=373" alt="" width="371" height="373" /></p>
<p style="text-align:center;">(b)</p>
<p style="text-align:center;">Figura 8 &#8211; a) Exemplo de construção de um cluster de constantes no diagrama de blocos; b) Exemplo de um cluster de controles no painel frontal</p>
<p style="text-align:center;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/150/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/150/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=150&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/10/20/programacao-com-labview-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/exemplo-1b.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">exemplo-1b</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/exemplo-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">exemplo-2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/numeric_controls_and_terminals1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">numeric_controls_and_terminals1</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/numeric_indicators_and_terminals.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">numeric_indicators_and_terminals</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/boolean_text_objects1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">boolean_text_objects1</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/graph_indicators.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">graph_indicators</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/controls_indicators_terminals.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">controls_indicators_terminals</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/terminal_options.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">terminal_options</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/data_representation-1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">data_representation-1</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/data_representation-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">data_representation-2</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_array-a.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">constant_array-a</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_array-b.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">constant_array-b</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_cluster-a.jpg?w=500" medium="image">
			<media:title type="html">constant_cluster-a</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/10/constant_cluster-b.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">constant_cluster-b</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Imagens de webcam e câmeras USB com LabVIEW</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/09/08/imagens-de-webcam-e-cameras-usb-com-labview/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/09/08/imagens-de-webcam-e-cameras-usb-com-labview/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 04:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Instrumentação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[LabVIEW]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Webcams]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=85</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Explorar a utilização do LabVIEW para captura de imagens utilizando uma câmera USB, apresentando-se tutoriais passo-a-passo para fazê-lo. Introdução Nos últimos dez a doze meses repeti muitas vezes, em diversas ocasiões, a demonstração de como utilizar o LabVIEW para obter e processar imagens de câmeras USB, em particular webcams. Em vista disso, resolvi então [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=85&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Explorar a utilização do LabVIEW para captura de imagens utilizando uma câmera USB, apresentando-se tutoriais passo-a-passo para fazê-lo.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Introdução</span></h3>
<p>Nos últimos dez a doze meses repeti muitas vezes, em diversas ocasiões, a demonstração de como utilizar o LabVIEW para obter e processar imagens de câmeras USB, em particular webcams. Em vista disso, resolvi então despender algum tempo para produzir este tutorial.  Nossos alunos na <a title="EPUSP" href="http://www.poli.usp.br/" target="_blank">Escola Politécnica</a> da USP têm utilizado esse recurso em pequenos projetos desenvolvidos no curso de engenharia elétrica. Embora a terminologia aqui utilizada seja direcionada para eles, creio que muito deste material será útil para interessados de diversas formações. Evidentemente, este material pressupõe a utilização da plataforma <a title="LabVIEW" href="http://en.wikipedia.org/wiki/LabVIEW" target="_blank">LabVIEW</a>. Ela está disponível para utilização em todo o campus da <a title="USP" href="http://www.usp.br" target="_blank">Universidade de São Paulo</a>, na <a title="Sao_Paulo-Capital" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(cidade)" target="_blank">cidade de São Paulo</a>. Todavia, interessados que queiram obtê-la de alguma forma,  devem c<a title="NI-academic" href="http://digital.ni.com/worldwide/brazil.nsf/web/all/EDE6AB35934211EC8625733F006EC139" target="_blank">ontactar o serviço de relações acadêmicas da National Instruments</a> (NI). No caso de usuários industriais ou de outros setores profissionais, devem procurar os <a title="NI-Brazil" href="http://digital.ni.com/worldwide/brazil.nsf/sb/Generic+One?opendocument&amp;node=200720_pt" target="_blank">diversos canais de contacto da NI no Brasil</a>.<strong><span style="color:#333399;"><br />
</span></strong></p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Características do LabVIEW</span></h3>
<p>O LabVIEW é tanto uma linguagem de programação, quanto uma plataforma de desenvolvimento de aplicações baseadas em processamento digital de dados. Para mais informações a esse respeito, sugiro  um post que publiquei recentemente (<a title="Intro-LabVIEW" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/09/06/introducao-ao-labview/" target="_blank">Introdução ao LabVIEW</a>) , no qual apresentam-se de forma resumida as características mais relevantes do LabVIEW.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;"><a title="ProgLing" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Programming_language" target="_blank"></a></span></h3>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Aquisição e processamento de imagens via LabVIEW &#8211; IMAQ</span></span></strong></h2>
<p>Entre os dispositivos de hardware que podem ser acessados via LabVIEW, encontram-se as câmeras de vídeo. O acesso é feito através de funções disponíveis em uma biblioteca de aquisição de imagens denominada NI &#8211; IMAQ (National Instruments Image Aquisition). A aquisição de imagens via câmeras USB,  usando-se o LabVIEW, pode ser feita empregando-se a biblioteca <a title="NI-IMAQ-4-USB" href="http://zone.ni.com/devzone/cda/epd/p/id/5030" target="_blank"><em>NI IMAQ for USB cameras</em></a>.</p>
<p>A IMAQ suporta diversos tipos de formatos de comunicação com câmeras: analógicas e digitais (USB, Firewire, Gigabit-Ethernet, Camera Link, etc). O modelo genérico de acesso às câmeras encontra-se esquematizado na figura 1. As interfaces de acesso podem ser placas conectadas ao barramento do computador, ou podem fazer parte diretamente da placa-mãe (motherboard).</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter"><img class="aligncenter size-full wp-image-105" title="aquisicao_imagens" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/09/aquisicao_imagens.jpg?w=500&#038;h=331" alt="" width="500" height="331" /></div>
<p style="text-align:center;">Figura 1 &#8211; Modelo genérico de um software de aquisição de imagens</p>
<p>Deve-se primeiramente <span style="text-decoration:underline;">identificar a interface</span> eletrônica por onde as imagens chegarão ao computador. Se a câmera for analógica, esta interface será a chamada placa de aquisição, que é uma placa ligada ao barramento do computador onde se encontram os circuitos de captura e digitalização do sinal de vídeo.  Se for digital, usualmente haverá uma placa com decodificador do protocolo  (ex. Firewire, GigE, USB, Camera Link) utilizado pela câmera para enviar o vídeo , e os buffers de vídeo que recebem os dados assim que vão chegando.</p>
<p>Feita essa identificação, o programa deve ter uma instrução para ativar o hardware, preparando-o para fazer a aquisição das imagens. Esse procedimento recebe o nome de <span style="text-decoration:underline;">abertura de uma sessão</span> (de trabalho) com o hardware. Esse procedimento &#8220;reserva&#8221; o hardware para a aplicação desenvolvida.</p>
<p>Neste momento, pode-se configurar os parâmetros de aquisição a serem usados (por exemplo, o tamanho da imagem, o tipo da imagem e a taxa de aquisição). Alguns exemplos disso:</p>
<ul>
<li>Tamanho : 640 x 480 ; Tipo: Colorida ; Taxa de aquisição: 60 quadros por segundo</li>
<li>Tamanho: 1280 x 1024; Tipo: Monocromática (Greyscale) ; Taxa: 15 quadros por segundo</li>
</ul>
<p>Em seguida deve-se preparar uma região na memória pertencente ao espaço de endereçamento a ser ocupado programa, realizando-se a <span style="text-decoration:underline;">alocação de memória</span> específica para as imagens capturadas.</p>
<p>Uma vez feito isso, realiza-se a <span style="text-decoration:underline;">captura das imagens</span> através da interface eletrônica, armazenando-as na memória alocada. Há dois tipos de captura:</p>
<ul>
<li>Snap &#8211; captura de imagens individuais, como fotografias (snapshots).</li>
<li>Grab &#8211; captura contínua de vídeo, produzindo uma sequência de imagens (quadros = <em>frames</em> )</li>
</ul>
<p>Terminado o procedimento, em qualquer momento antes do final do programa, a sessão com o hardware deve ser encerrada (<span style="text-decoration:underline;">fechamento de uma sessão</span>), liberando-o para uso em outras aplicações.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span><span><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Tutoriais</span></span></strong></span></span></strong></h2>
<p>Apresentamos a seguir tutoriais passo-a-passo sobre como realizar essas etapas utilizando-se o LabVIEW para capturar imagens de uma câmera USB (por exemplo, uma web cam) usando-se a biblioteca de funções de aquisição de imagens NI IMAQ.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;">LabVIEW USB SNAP-I</span></h3>
<p>Mostra como utilizar as funções da biblioteca IMAQ USB para capturar uma imagem individual via web cam (ou qualquer outra câmera USB) , como se faz em uma máquina fotográfica &#8211; &#8220;tirando-se uma foto&#8221; (SNAP SHOT).</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/584056' width='425' height='348'></iframe>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h3><span><span style="color:#99cc00;">LabVIEW USB SNAP-II</span></span></h3>
<p>Complementa o exemplo anterior, mostrando como acrescentar um botão para selecionar a abertura de uma janela (dialog box) para configurar os parâmetros da câmera USB. Também mostramos como salvar a imagem capturada a partir da câmera para um arquivo permanente.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/586507' width='425' height='348'></iframe>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h3><span><span style="color:#99cc00;">LabVIEW USB GRAB-I</span></span></h3>
<p>Mostra como realizar a captura de vídeo, primeiramente utilizando a função SNAP anteriormente apresentada, o que traz sérias limitações quanto à continuidade do vídeo. A seguir apresenta-se sua substituição pela função GRAB, que proporciona qualidade mais adequada para captura de vídeo.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/587290' width='425' height='348'></iframe>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></p>
<h3><span><span style="color:#99cc00;"><span style="color:#ff6600;">Video capturado com a opção LabVIEW USB SNAP em um laço while</span><br />
</span></span></h3>
<p>O video a seguir ilustra o método  SNAP no laço while, apresentado no tutorial acima. Observe atentamente as descontinuidades no movimento (é possível observar as diferentes posições &#8220;instantâneas&#8221; da caneta vermelha em movimento). Há uma certa impressão de que neste vídeo a caneta é movimentada sempre mais rapidamente que no vídeo do exemplo mais adiante. Entretanto, em ambos a caneta é movimentada aproximadamente da mesma maneira, porém a perda de quadros provoca essa sensação de maior rapidez neste caso.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/09/08/imagens-de-webcam-e-cameras-usb-com-labview/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JNMpdD2eg3c/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Figura 2 &#8211; vídeo: captura com SNAP repetido &#8211; configuração da câmera: 160 x 120 pixels a 30 fps</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>A crítica que podemos fazer ao método com que o vídeo foi gravado é que, como somente os quadros adquiridos são gravados, e supondo-se uma taxa constante de 30 quadros por segundo nas gravações, produz-se uma ilusão sobre a velocidade do movimento. Portanto, dados dois quadros em sequência, que efetivamente estão gravados no arquivo, o intervalo de tempo <span style="text-decoration:underline;">suposto</span> entre eles é de 1/30 segundos (quando deveria ser maior, dependendo de quantos quadros foram perdidos entre os dois que foram gravados).</p>
<h3><span><span style="color:#99cc00;"><span style="color:#ff6600;">Video capturado com a opção LabVIEW USB GRAB em um laço while</span><br />
</span></span></h3>
<p>O video a seguir ilustra o método  GRAB no laço while, apresentado no tutorial acima. Note que neste caso o vídeo oferece uma sensação de continuidade melhor no movimento, que no caso anterior (embora possamos notar a perda de dois quadros em diferentes momentos nesse vídeo, ocorrem menos perdas do que notado no vídeo anterior).</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/09/08/imagens-de-webcam-e-cameras-usb-com-labview/"><img src="http://img.youtube.com/vi/h-14AoIrfZI/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Figura 3 &#8211; vídeo: captura com GRAB &#8211; configuração da câmera: 160 x 120 pixels a 30 fps</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h3><span><span style="color:#99cc00;">LabVIEW USB GRAB-II</span></span></h3>
<p>Acrescenta ao exemplo anterior (usando GRAB) a opção de gravar o vídeo em um arquivo no formato AVI.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/587425' width='425' height='348'></iframe>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>Observação &#8211; modifique esse programa para executar a mesma gravação, porém com a opção SNAP no while. Não esqueça de retirar o bloco IMAQ USB Grab Setup que está fora do while.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/85/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/85/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/85/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=85&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/09/08/imagens-de-webcam-e-cameras-usb-com-labview/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>23</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/09/aquisicao_imagens.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">aquisicao_imagens</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Introdução ao LabVIEW</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/09/06/introducao-ao-labview/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/09/06/introducao-ao-labview/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 15:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Instrumentação]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[LabVIEW]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=109</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Apresentação resumida de algumas características do LabVIEW, para servir como referência em futuros posts que aparecerão aqui, relacionados ao assunto. Introdução LabVIEW significa Laboratory Virtual Instrument Electronic Workbench. O LabVIEW foi desenvolvido pela National Instruments há mais de 20 anos e tem sido uma das melhores e mais difundidas plataformas de desenvolvimento de aplicações [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=109&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Apresentação resumida de algumas características do LabVIEW, para servir como referência em futuros posts que aparecerão aqui, relacionados ao assunto.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Introdução</span></h3>
<p>LabVIEW significa Laboratory Virtual Instrument Electronic Workbench. O LabVIEW foi desenvolvido pela National Instruments há mais de 20 anos e tem sido uma das melhores e mais difundidas plataformas de desenvolvimento de aplicações científicas e tecnológicas, presentes em diversos cenários, desde <a title="labview-automaiton" href="http://www.ni.com/industrial/" target="_blank">automação industrial</a> a <a title="biomed-labview" href="http://zone.ni.com/devzone/cda/pub/p/id/350" target="_blank">aplicações biomédicas</a>,  de <a title="Petrobras-LabVIEw" href="http://digital.ni.com/worldwide/portugal.nsf/webcustsol/3DA4E248A64B0663802573D20057CDBA?OpenDocument&amp;node=174321_pt" target="_blank">sistemas em campo</a> a  <a title="embedded-labview" href="http://www.ni.com/embedded/" target="_blank">sistemas embarcados</a> (embedded systems),  a grandes laboratórios e empreendimentos multinacionais, como o <a title="CERN-LabVIEW" href="http://sine.ni.com/cs/app/doc/p/id/cs-10795" target="_blank">acelerador gigante de partículas do CERN</a> (LHC &#8211; Large Hadron Collider), o <a title="LabVIEW-Hubble" href="http://sine.ni.com/cs/app/doc/p/id/cs-632" target="_blank">telescópio Hubble</a> e a <a title="ISS-LabVIEW" href="http://www.sae.org/aeromag/features/spacestation/index.htm" target="_blank">ISS (International Space Station)</a>.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">..</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Características do LabVIEW </span><br />
</span></strong></h2>
<p>O <a title="LabVIEW-port" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LabVIEW" target="_blank">LabVIEW</a> é tanto uma linguagem de programação, quanto uma plataforma de desenvolvimento de aplicações baseadas em processamento digital de dados.</p>
<h3><span style="color:#99cc00;">O LabVIEW como <a title="ProgLing" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Programming_language" target="_blank">Linguagem de Programação</a></span></h3>
<p>Sob este ponto de vista, muito resumidamente, suas características são:</p>
<ul>
<li>É uma <a title="ling_visual" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Visual_programming" target="_blank">linguagem de programação visual</a> &#8211; isto é, suas “instruções” de programação são representadas por ícones que podem ser conectados de modo a compor o programa</li>
<li>Suporta programação por texto &#8211; o LabVIEW possui blocos que permitem que se digite o texto de um programa, com duas possíveis linguagens: (a) uma linguagem com <a title="C" href="http://en.wikipedia.org/wiki/C_%28programming_language%29" target="_blank">sintaxe tipo C</a> e (b) uma linguagem com sintaxe tipo <a title="Matlab" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Matlab" target="_blank">Matlab</a>. Esses blocos podem ser interligados aos ícones da programação visual, permitindo que se trabalhe com os dois modos de programar simultâneamente</li>
<li>É uma linguagem modularizada &#8211; isto é, permite que se crie sub-programas, que correspondem a trechos do programa principal, que podem ser encapsulados em ícones criados pelo programador (sub-programas ou sub-rotinas).</li>
<li>Suporta recursos de <a title="multiprocessing" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multiprocessing" target="_blank">multiprocessamento</a> e <a title="multitasking" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Computer_multitasking" target="_blank">multiprogramação</a> &#8211; ou seja, explora os recursos de multi-tarefas (<a title="multitasking" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Computer_multitasking" target="_blank">multitasking</a>) e multi-  (<a title="multithreading" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multithreading" target="_blank">multithreading</a>), bem como a distribuição dos mesmos automaticamente (ou manualmente, de forma explícita, se for desejado) entre diferentes processadores ou núcleos de processadores (<a title="multicore" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Multi-core" target="_blank">multicore</a> execution).</li>
<li>É uma <a title="dataflow" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dataflow_programming" target="_blank">linguagem orientada pelo fluxo de dados</a> (dataflow) &#8211; a sequência de execução e interdependência entre as instruções, procedimentos e módulos é estabelecida por um <a title="grafo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grafo" target="_blank">grafo </a>direcional (<a title="directed graph" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Directed_graph#Directed_graph" target="_blank">directed graph</a>).</li>
<li>Suporta orientação a objetos &#8211; o LabVIEW é nativamente uma <a title="OOP" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Object_orentation" target="_blank">linguagem orientada a objetos</a>, em sua implementação. Todavia, apresenta-se ao programador principalmente como orientada ao fluxo de dados. Desde a versão 8.2, o LabVIEW oferece construtos para a criação de objetos, no sentido de programação orientada a objetos.</li>
<li> Suporta explicitamente <a title="recursividade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Recursividade" target="_blank">programação recursiva</a> &#8211; a partir da versão 2010. Para versões anteriores há uma menção de <a title="LabVIEW-port" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LabVIEW" target="_blank">ser possível conseguir-se isso com algum esforço</a>.</li>
</ul>
<h3><span style="color:#99cc00;">O LabVIEW como  ambiente de desenvolvimento<br />
</span></h3>
<p>Sob este ponto de vista, muito resumidamente, suas características são:</p>
<ul>
<li>Provê a separação real entre a interface de usuário e o código do programa. Ao abrir, o LabVIEW oferece duas janelas distintas: <em>painel frontal </em>- para desenvolvimento da interface gráfica de operação do programa (pelo usuario) e o <em>diagrama de blocos</em> &#8211; onde é feito o desenvolvimento do algoritmo, programado em linguagem visual.</li>
<li>Ambiente <a title="compiled_lang" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Compiled_language" target="_blank">compilado</a> &#8211; os blocos do LabVIEW são peças pré-compiladas, que são ligadas ao corpo do programa à medida em que se vai editando. <strong>Não é</strong> uma <a title="interpreted_lang" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Interpreted_language" target="_blank">linguagem interpretada</a>.</li>
<li>Permite produzir programas que funcionam fora do ambiente LabVIEW, sozinhos, instaláveis separadamente. O programa desse tipo (<a title="stand-alone" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Standalone_software" target="_blank">stand-alone</a>) é produzido (built) com opções de <a title="linker" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Linker" target="_blank">ligação estática</a> ou <a title="dynamic-linking" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Library_(computer_science)#Dynamic_linking" target="_blank">dinâmica</a> das bibliotecas (<a title="DLL" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Library_(computing)#Dynamic_linking" target="_blank">DLL</a>s). Esse processo permite criar também o instalador.</li>
<li>O código desenvolvido na linguagem visual é compilado diretamente para <a title="machine_code" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Machine_code" target="_blank">linguagem de máquina</a>, não é traduzido para nenhuma outra representação intermediária.</li>
<li>Aceita a ligação de DLL’s ao código, oferecendo um bloco de prototipação da interface com o procedimento pré-compilado, que permite ligar cada variável do mesmo ao diagrama de blocos.</li>
<li>Oferece ferramentas de depuração (<a title="debug" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Debug" target="_blank">debug</a>) avançadas, permitindo acompanhar execução passo-a-passo, monitorar visualmente as variáveis, produzir visualizações de valores instantâeos em qualquer ponto do programa, no formato específico de cada variável (ex: imagens são mostradas como imagens, tipos mistos de dados aparecem conforme construídos, etc).</li>
<li>Suporta diversos níveis de abstração de comunicação entre objetos, módulos, partes de código e o hardware. Aceita protocolos desde <a title="Serial" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Serial_communication" target="_blank">Seriais</a>, <a title="parallel-bus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Parallel_communication" target="_self">Paralelos</a>, <a title="TCP" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Transmission_Control_Protocol" target="_self">TCP-IP</a>, <a title="UDP" href="http://en.wikipedia.org/wiki/User_Datagram_Protocol" target="_blank">UDP</a>, até <a title="ActiveX" href="http://en.wikipedia.org/wiki/ActiveX" target="_blank">ActiveX</a>, etc.</li>
<li>Suporta protocolos e representações compatíveis com sistemas distribuídos, dotados de mobilidade,  persistência, etc. Oferece mecanismos para desenvolvimento de arquiteturas com <a title="NET" href="http://en.wikipedia.org/wiki/.NET_Framework" target="_blank">.NET</a> e outros.</li>
<li>Já é portado para diversas plataformas &#8211; Linux, Windows, MacOS. Também é disponível em versões para sistemas operacionais de tempo real.</li>
<li>Trata os componentes hardware como se fossem objetos programáveis dentro do ambiente LabVIEW, expondo os parâmetros e variáveis físicos como tipos abstratos de dados no programa e as operações e mecanismos do hardware como chamadas de processos de software.</li>
<li>Permite tratar tanto hardware local quanto remoto da mesma forma, oferecendo ferramentas para desenvolvimento e monitoração de processos distribuídos.</li>
<li>Produz código para ser utlizado diretamente em sistemas embarcados (<a title="embedded-sys" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Embedded_system">embedded systems</a>).</li>
<li>Suporta o acesso de baixo nível a componentes do hardware que o permitam fazê-lo.</li>
</ul>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">Apresentando o LabVIEW </span><br />
</span></strong></h2>
<p>O slideshow abaixo ilustra alguns poucos aspectos mencionados acima.Ele corresponde a parte do material utilizado em um de nossos cursos na Escola Politécnica da USP.  Mais informações serão apresentadas oportunamente, em futuros posts para este blog. Há diversos outros materiais correlacionados que podem ser encontrados na web.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/585423' width='425' height='348'></iframe>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h3><span style="color:#99cc00;">Nossa experiência<br />
</span></h3>
<p>Nossos alunos na <a title="EPUSP" href="http://www.poli.usp.br/" target="_blank">Escola Politécnica</a> da USP têm utilizado o LabVIEW nos experimentos de laboratórios didáticos e de pesquisas,  em pequenos projetos de aplicação nas aulas e em projetos de formatura, desenvolvidos no curso de engenharia elétrica. O LabVIEW está disponível para utilização em todo o campus da <a title="USP" href="http://www.usp.br/" target="_blank">Universidade de São Paulo</a>, na <a title="Sao_Paulo-Capital" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_%28cidade%29" target="_blank">cidade de São Paulo</a>. Interessados em licenças do LabVIEW, devem c<a title="NI-academic" href="http://digital.ni.com/worldwide/brazil.nsf/web/all/EDE6AB35934211EC8625733F006EC139" target="_blank">ontactar o serviço de relações acadêmicas da National Instruments</a> (NI). No caso de usuários industriais ou de outros setores profissionais, devem procurar os <a title="NI-Brazil" href="http://digital.ni.com/worldwide/brazil.nsf/sb/Generic+One?opendocument&amp;node=200720_pt" target="_blank">diversos canais de contacto da NI no Brasil</a>.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/109/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/109/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/109/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=109&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/09/06/introducao-ao-labview/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Série de Fourier e Transformada de Fourier &#8211; I</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/23/serie-de-fourier-e-transformada-de-fourier-i/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/23/serie-de-fourier-e-transformada-de-fourier-i/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 20:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=50</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Discussão sobre as relações entre a série de Fourier e a transformada de Fourier. A análise de Fourier O objetivo central da análise harmônica é estudar as representações de funções por harmônicas e suas propriedades. Harmônicas são as funções trigonométricas seno e cosseno. A análise harmônica apresenta, de fato, um contexto mais amplo, porém [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=50&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Discussão sobre as relações entre a série de Fourier e a transformada de Fourier.</p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">A análise de Fourier</span><br />
</span></strong></h2>
<p>O objetivo central da <a title="Harmonic analysis" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Harmonic_analysis" target="_blank">análise harmônica</a> é estudar as representações de funções por harmônicas e suas propriedades. Harmônicas são as <a title="Trigonometric functions" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trigonometric_function" target="_blank">funções trigonométricas</a> seno e cosseno.  A análise harmônica apresenta, de fato, um contexto mais amplo, porém vamos considerar apenas esse aspecto aqui, que consiste essencialmente em estudar as representações via <a title="Fourier series" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fourier_series" target="_blank">série de Fourier</a> e <a title="Fourier transform" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fourier_transform" target="_blank">transformada de Fourier</a>, usualmente referido como <a title="Fourier analysis" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fourier_analysis" target="_blank">análise de Fourier</a>.</p>
<p>Alguns pontos básicos:</p>
<ul>
<li>Funções <span style="text-decoration:underline;">periódicas</span> são representadas através de <span style="text-decoration:underline;">séries de Fourier</span></li>
<li>Funções <span style="text-decoration:underline;">não-periódicas</span> são representadas através de <span style="text-decoration:underline;">transformadas de Fourier</span></li>
<li>Uma <span style="text-decoration:underline;">representação</span> de f(x) é uma decomposição em componentes que também são funções</li>
<li>As componentes dessa decomposição são as funções trigonométricas sin(x) e cos(x)</li>
<li>As funções sin(x) e cos(x) podem ser apresentadas como <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=e%5E%7Bi+x%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='e^{i x} ' title='e^{i x} ' class='latex' /> (ver <a title="Relações de Euler" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/06/05/numeros-complexos-e-exponenciais-complexas/" target="_blank">post anterior</a>)</li>
</ul>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h3><span style="color:#008000;">Funções periódicas<br />
</span></h3>
<p>Seja <span style="color:#008080;"><strong>f(x)</strong></span> uma função <span style="text-decoration:underline;">periódica</span>, de período <strong>T</strong>, isto é:  <span style="color:#008080;"><strong>f(x) = f(x + nT)</strong></span> ,  <strong>n</strong> inteiro.  Uma função como essa pode ser representada por uma <span style="text-decoration:underline;">superposição de componentes harmônicas</span> cujos períodos &#8220;caibam&#8221; em T, isto é, que sejam <span style="text-decoration:underline;">divisores inteiros de T</span>. Este requisito é necessário, para que a superposição tenha a mesma periodicidade que f(x), o que não aconteceria se alguma componente tivesse um período que não &#8220;coubesse&#8221; em T.</p>
<p>Em geral é mais simples raciocinar em termos de <span style="text-decoration:underline;">frequências</span> em vez de períodos. Denomina-se frequência fundamental  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f_0 ' title='f_0 ' class='latex' /> da função periódica f(x) ao inverso de seu período. À frequência fundamental está associada uma <span style="text-decoration:underline;">frequência angular fundamental</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /> . Temos:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=T+%3D+%5Cfrac%7B1%7D%7Bf_0%7D+%5C%3B+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B%5Comega_0%7D%5Cqquad+%5Comega_0+%3D+2+%5Cpi+f_0+%5C%3B+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7BT%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='T = &#92;frac{1}{f_0} &#92;; = &#92;frac{2 &#92;pi}{&#92;omega_0}&#92;qquad &#92;omega_0 = 2 &#92;pi f_0 &#92;; = &#92;frac{2 &#92;pi}{T} ' title='T = &#92;frac{1}{f_0} &#92;; = &#92;frac{2 &#92;pi}{&#92;omega_0}&#92;qquad &#92;omega_0 = 2 &#92;pi f_0 &#92;; = &#92;frac{2 &#92;pi}{T} ' class='latex' /></p>
<p>Examinemos agora a síntese de funções periódicas através de componentes harmônicas. A síntese o ajudará a compreender melhor a análise, que será examinada mais adiante.</p>
<h3><span><span style="color:#008000;">Síntese harmônica de funções periódicas</span></span></h3>
<p>Entende-se por síntese harmônica a construção de uma função através da adição de componentes harmônicas. As regras que empregaremos para o processo de síntese são as seguintes:</p>
<ol>
<li>Escolha o valor da frequência fundamental <span style="color:#ffffff;">&#8230;..</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /></li>
<li>Escolha as componentes que vai utilizar. Elas deverão ser do tipo: <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+%5Ccdot+%5Ccos+%5Cbig+%28+k+%5Ccdot+%5Comega_0+x+%5Cbig+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=1' alt='A_k &#92;cdot &#92;cos &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) ' title='A_k &#92;cdot &#92;cos &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) ' class='latex' /> <span style="color:#ffffff;">&#8230;.. </span>e / ou <span style="color:#ffffff;">&#8230;..</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+%5Ccdot+%5Csin+%5Cbig+%28+k+%5Ccdot+%5Comega_0+x+%5Cbig+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=1' alt='B_k &#92;cdot &#92;sin &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) ' title='B_k &#92;cdot &#92;sin &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) ' class='latex' /> , com <span style="color:#008080;"><strong>k</strong></span> <span style="color:#008080;">inteiro</span>.</li>
<li>Some as componentes para cada valor de x, produzindo a f(x):</li>
</ol>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+%3D+%5Csum+%5Climits_k+A_k+%5Ccdot+%5Ccos+%5Cbig+%28+k+%5Ccdot+%5Comega_0+x+%5Cbig+%29+%2B+B_k+%5Ccdot+%5Csin+%5Cbig+%28+k+%5Ccdot+%5Comega_0+x+%5Cbig+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='f(x) = &#92;sum &#92;limits_k A_k &#92;cdot &#92;cos &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) + B_k &#92;cdot &#92;sin &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) ' title='f(x) = &#92;sum &#92;limits_k A_k &#92;cdot &#92;cos &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) + B_k &#92;cdot &#92;sin &#92;big ( k &#92;cdot &#92;omega_0 x &#92;big ) ' class='latex' /></p>
<p>O índice <span style="text-decoration:underline;">inteiro </span><strong>k</strong> pode variar de zero a infinito. No caso da síntese, soma-se um número finito de componentes, portanto somente alguns valores de <strong>k</strong> entre 0 e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%2B%5Cinfty+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='+&#92;infty ' title='+&#92;infty ' class='latex' /> irão aparecer. Também pode ser que <em>nem todos</em> os termos em <em>seno </em>ou <em>cosseno </em>apareçam. Isto é, pode ser que um dado <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='A_k ' title='A_k ' class='latex' /> ou <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_k ' title='B_k ' class='latex' /> seja nulo, para um dado valor de k.  Quais  componentes que irão aparecer depodenderá do aspecto da <strong>f(x)</strong> que se deseja sintetizar e qual a <span style="text-decoration:underline;">exatidão</span> da síntese.</p>
<h4><span style="color:#808000;">Exemplo de síntese</span></h4>
<p>Vamos sintetizar como exemplo uma função para a qual não seja óbvia a escolha das componentes, porém que também não seja tão difícil que não nos permita estimá-los por tentativas. Na figura 1 apresentamos a função que tentaremos sintetizar usando componentes harmônicas. Ela é dada pela expressão:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+%3D+%5Cbegin%7Bcases%7D+-4+x+%2B20+%2C++%26+%5Cmbox%7Bse+%7D+0+%5Cleq+x+%3C+T+%5C%5C+f%28x+-+nT%29%2C+%26+%5Cmbox%7Bse%7D++%5C%3B+x+%5Cnotin++%5Cbig%5B+0++%2C++T+%5Cbig%29+%5Cquad+n%5Cmbox%7B+inteiro%7D+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='f(x) = &#92;begin{cases} -4 x +20 ,  &amp; &#92;mbox{se } 0 &#92;leq x &lt; T &#92;&#92; f(x - nT), &amp; &#92;mbox{se}  &#92;; x &#92;notin  &#92;big[ 0  ,  T &#92;big) &#92;quad n&#92;mbox{ inteiro} &#92;end{cases} ' title='f(x) = &#92;begin{cases} -4 x +20 ,  &amp; &#92;mbox{se } 0 &#92;leq x &lt; T &#92;&#92; f(x - nT), &amp; &#92;mbox{se}  &#92;; x &#92;notin  &#92;big[ 0  ,  T &#92;big) &#92;quad n&#92;mbox{ inteiro} &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-51" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-waveform.jpg?w=297&#038;h=151" alt="sawtooth waveform" width="297" height="151" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1 &#8211; Função na forma de uma onda em dente-de-serra</p>
<p>O raciocínio que utilizaremos para estimar as componentes será o seguinte:</p>
<ul>
<li>Observando-se a figura 1, notamos que a função se repete com frequência <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7BT%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_0 = &#92;frac{2 &#92;pi}{T} ' title='&#92;omega_0 = &#92;frac{2 &#92;pi}{T} ' class='latex' /> , sendo T = 10 (veja o gráfico).</li>
<li>Isso sugere que adotaremos componentes periódicas de frequências <span style="text-decoration:underline;">múltplas inteiras</span> de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /> , isto é <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=k+%5Ccdot+%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='k &#92;cdot &#92;omega_0 ' title='k &#92;cdot &#92;omega_0 ' class='latex' /> , k inteiro , isto é, frequências <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_1+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B10%7D+%2C+%5C%3B+%5Comega_2+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B20%7D+%2C+%5C%3B+%5Comega_3+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B30%7D+%2C+%5Cdots+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_1 = &#92;frac{2 &#92;pi}{10} , &#92;; &#92;omega_2 = &#92;frac{2 &#92;pi}{20} , &#92;; &#92;omega_3 = &#92;frac{2 &#92;pi}{30} , &#92;dots ' title='&#92;omega_1 = &#92;frac{2 &#92;pi}{10} , &#92;; &#92;omega_2 = &#92;frac{2 &#92;pi}{20} , &#92;; &#92;omega_3 = &#92;frac{2 &#92;pi}{30} , &#92;dots ' class='latex' /> .</li>
<li>As componentes terão amplitudes <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cpm+A_K+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;pm A_K ' title='&#92;pm A_K ' class='latex' />  ou  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cpm+B_K+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;pm B_K ' title='&#92;pm B_K ' class='latex' /> .</li>
<li>Note que a função f(x) além de ser periódica, é uma <em>função ímpar</em>, isto é, <strong>f(-x) = -f(x)</strong>. Portanto, parece ser razoável que suas componentes sejam ímpares também, uma vez que a<span style="text-decoration:underline;"> soma de funções ímpares produz uma função ímpar</span> também (demonstre isso e também demonstre o caso se trocar ípar por par, nessa afirmação, lembrando que função par é aquela em que f(-x) = f(x)).</li>
<li>Portanto a f(x) do exemplo deve ter <span style="text-decoration:underline;">apenas componentes em seno</span>, pois o cosseno é par. Isto é, deveremos ter  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+%3D+0+%5C%3B+%5Cforall+k+%5Cin+%7B+%5Ccal+Z+%7D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='A_k = 0 &#92;; &#92;forall k &#92;in { &#92;cal Z }  ' title='A_k = 0 &#92;; &#92;forall k &#92;in { &#92;cal Z }  ' class='latex' /> .</li>
</ul>
<p>Esse raciocínio poderia ser adaptado para outros exemplos de funções, naturalmente cuidando de alterar os detalhes convenientemente.</p>
<p>Nas figura 2a a 2h, apresentamos diversos exemplos de tentativa de síntese de uma função f(x) em forma de dente de serra. Em cada figura, à esquerda é apresentada o resultado da superposição das componentes harmônicas (em vermelho), contra a forma original da função, apresentada na fig 1(em linha azul pontilhada). Os gráficos à direita apresentam o erro de aproximação (ponto a ponto, isto é, para cada valor de x) entre as duas funções da esquerda.</p>
<p>Nas figuras 2a e 2b testaremos as regras acima propostas. Em 2a, verificamos que o uso de uma única componente senoidal de frequência igual à de f(x),  e também mesma amplitude que f(x), produz uma senóide com boa proximidade em relação a f(x). Portanto, nesse caso</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_1+%3D+%5Comega_0+%3D+%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B10%7D+%5Cquad+%5Cmbox%7Be%7D+%5Cquad+B_1+%3D+20&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;omega_1 = &#92;omega_0 = &#92;frac{2 &#92;pi}{10} &#92;quad &#92;mbox{e} &#92;quad B_1 = 20' title='&#92;omega_1 = &#92;omega_0 = &#92;frac{2 &#92;pi}{10} &#92;quad &#92;mbox{e} &#92;quad B_1 = 20' class='latex' /></p>
<p>isto é, <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C+%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+20+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='f(x, &#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 20 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) ' title='f(x, &#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 20 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) ' class='latex' /></p>
<p>Note que estamos denotando a aproximação de f(x) por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C+%5Comega_0%29++&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x, &#92;omega_0)  ' title='f(x, &#92;omega_0)  ' class='latex' /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-52" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0a.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth synthesis with sin" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-53" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0a-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth syntesis error 0a" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2a &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C+%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+20+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='f(x, &#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 20 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) ' title='f(x, &#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 20 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) ' class='latex' /></p>
<p>Em 2b consideramos adicionar uma componente cosseno de modo a entender seu efeito de função par sobre a síntese de uma aproximação da f(x) que é ímpar. Note que o efeito não é bom, pois deixa o erro assimétrico. A composição do seno e cosseno de mesma frequência produz uma função harmônica defasada (mostre isso), ou seja, nesse caso a f(x) seria escrita como :</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+10+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+10+%5Ccdot+%5Ccos+%28%5Comega_0+x%29+%5Cquad+%3D+%5Cquad+10+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x+%2B+%5Cphi%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 10 &#92;cdot &#92;cos (&#92;omega_0 x) &#92;quad = &#92;quad 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x + &#92;phi) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 10 &#92;cdot &#92;cos (&#92;omega_0 x) &#92;quad = &#92;quad 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x + &#92;phi) ' class='latex' /></p>
<p>sendo <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi ' title='&#92;phi ' class='latex' /> a defasagem dada em relação ao seno. Note que usamos <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_1+%3D+b_1+%3D+10+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='A_1 = b_1 = 10 ' title='A_1 = b_1 = 10 ' class='latex' /> , de modo a partilhar a amplitude total de f(x), que é igual a 20, entre as duas componentes seno e cosseno, respctivamente.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-54" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0b.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth systesis 0b" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-55" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0b-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth synthesis error 0b" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2b &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+10+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+10+%5Ccdot+%5Ccos+%28%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 10 &#92;cdot &#92;cos (&#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 10 &#92;cdot &#92;cos (&#92;omega_0 x) ' class='latex' /></p>
<p>Abandonemos, então, as componentes em cosseno, fazendo todos seu coeficientes nulos, isto é, <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+%3D+0+%5C%3B+%5Cforall+k+%5Cin+%7B+%5Ccal+Z+%7D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='A_k = 0 &#92;; &#92;forall k &#92;in { &#92;cal Z }  ' title='A_k = 0 &#92;; &#92;forall k &#92;in { &#92;cal Z }  ' class='latex' /> .</p>
<p>Testemos, então, o efeito de se colocar uma componente de frequência diferente de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /> , mas que seja múltipla inteira de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /> . Por exemplo, adicionemos a componente de frequência <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_2+%3D+2+%5Ccdot++%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_2 = 2 &#92;cdot  &#92;omega_0 ' title='&#92;omega_2 = 2 &#92;cdot  &#92;omega_0 ' class='latex' /> . Vamos escolher as amplitudes seguindo nosso critério original de fazer com que a soma da amplitudes totalize 20, que é a amplitude de f(x). Assim sendo, vamos experimentar com <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+B_2+%3D+10+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = B_2 = 10 ' title='B_1 = B_2 = 10 ' class='latex' /> , como mostrado na figura 2c.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-56" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0c.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth synthesis 0C" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-57" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0c-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="approximation error on sawtooth synthesis 0C " width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2c &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+10+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+10+%5Ccdot+%5Csin+%282+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 10 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 10 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' class='latex' /> .</p>
<p>Nota-se na fig.2 nitidamente a melhora da aproximação feita com dois termos, se comparada à aproximação com um termo apenas. O erro fica melhor distribuído, diminuindo em média quadrática (o erro em valor absoluto é muito pequeno tanto com 1 quanto com 2 componentes).</p>
<p>Testemos agora o efeito das amplitudes. Vamos redistribuir as amplitudes das duas componentes, porém ainda usando o critério de manter a soma total igual à amplitude de f(x) , igual a 20. Na fig. 2d utilizamos os valores <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+15+%5C%3B+%2C+%5C%3B+B_2+%3D+5+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = 15 &#92;; , &#92;; B_2 = 5 ' title='B_1 = 15 &#92;; , &#92;; B_2 = 5 ' class='latex' /> .</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-58" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0d.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0d" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-59" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0d-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0d-diff" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2d &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+15+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+5+%5Ccdot+%5Csin+%282+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 15 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 5 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 15 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 5 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' class='latex' /> .</p>
<p>O resultado melhorou em relação ao anterior. Tentemos nova redistribuição, usando agora os valores <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+13+%5C%3B+%2C+%5C%3B+B_2+%3D+7+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = 13 &#92;; , &#92;; B_2 = 7 ' title='B_1 = 13 &#92;; , &#92;; B_2 = 7 ' class='latex' /> , ainda mantendo a soma igual a 20.  O resultado é mostrado na figura 2e.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-60" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0e.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0e" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-61" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0e-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0e-diff" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2e &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+13+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+7+%5Ccdot+%5Csin+%282+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 13 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 7 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 13 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 7 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' class='latex' /> .</p>
<p>Agora, o erro parece ter se distribuído melhor ainda que no caso anterior. Tentemos então nova partilha entre coeficientes, usando os valores <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+14+%5C%3B+%2C+%5C%3B+B_6+%3D+7+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = 14 &#92;; , &#92;; B_6 = 7 ' title='B_1 = 14 &#92;; , &#92;; B_6 = 7 ' class='latex' />, conforme mostrado na figura 2f.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-62" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0f.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0f" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-63" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0f-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0f-diff" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2f &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+14+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+6+%5Ccdot+%5Csin+%282+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 14 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 6 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 14 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 6 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' class='latex' /> .</p>
<p>O erro agora baixou um pouco mais, mantendo-se ainda bem distribuído. Tentemos agora inserir mais uma componente, repartindo parte da amplitude da primeira harmônica com a nova componente, de frequência <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_3+%3D+3+%5Ccdot+%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_3 = 3 &#92;cdot &#92;omega_0 ' title='&#92;omega_3 = 3 &#92;cdot &#92;omega_0 ' class='latex' /> . Repartiremos o valor original <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+14+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = 14 ' title='B_1 = 14 ' class='latex' /> fazendo o novo <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+12+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = 12 ' title='B_1 = 12 ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_3+%3D+2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_3 = 2 ' title='B_3 = 2 ' class='latex' /> , mantendo <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_2+%3D+6+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_2 = 6 ' title='B_2 = 6 ' class='latex' /> , conforme mostrado na figura 2g.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-64" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0g.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0g" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-65" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0g-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0g-diff" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2g &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+12+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+6+%5Ccdot+%5Csin+%282+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+%2B+2+%5Ccdot+%5Csin+%283+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 12 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 6 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) + 2 &#92;cdot &#92;sin (3 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 12 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 6 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) + 2 &#92;cdot &#92;sin (3 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' class='latex' /> .</p>
<p>O efeito de introdução de mais uma componente repartindo convenientemente as amplitudes, diminuiu mais ainda o erro. Tentemos inserir mais uma componente ainda, repartindo mais um pouco da amplitude da maior componente e mantendo as demais, fazendo agora <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_1+%3D+12+%5C%2C+%2C+%5C%3B+B_2+%3D+6+%5C%2C+%2C+%5C%3B+B_3+%3D+2+%5C%2C+%2C+%5C%3B++B_4+%3D+0%2C5+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_1 = 12 &#92;, , &#92;; B_2 = 6 &#92;, , &#92;; B_3 = 2 &#92;, , &#92;;  B_4 = 0,5 ' title='B_1 = 12 &#92;, , &#92;; B_2 = 6 &#92;, , &#92;; B_3 = 2 &#92;, , &#92;;  B_4 = 0,5 ' class='latex' /> , com <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_4+%3D+4+%5Ccdot+%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_4 = 4 &#92;cdot &#92;omega_0 ' title='&#92;omega_4 = 4 &#92;cdot &#92;omega_0 ' class='latex' /> , conforme mostrado na figura 2h.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-66" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0h.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0h" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-67" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0h-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0h-diff" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2h &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+11%2C5+%5Ccdot+%5Csin+%28%5Comega_0+x%29+%2B+6+%5Ccdot+%5Csin+%282+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+%2B+2+%5Ccdot+%5Csin+%283+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+%2B+1%2C5+%5Ccdot+%5Csin+%284+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 11,5 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 6 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) + 2 &#92;cdot &#92;sin (3 &#92;cdot &#92;omega_0 x) + 1,5 &#92;cdot &#92;sin (4 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 11,5 &#92;cdot &#92;sin (&#92;omega_0 x) + 6 &#92;cdot &#92;sin (2 &#92;cdot &#92;omega_0 x) + 2 &#92;cdot &#92;sin (3 &#92;cdot &#92;omega_0 x) + 1,5 &#92;cdot &#92;sin (4 &#92;cdot &#92;omega_0 x) ' class='latex' /> .</p>
<p>A distribuição do erro melhorou mais ainda, se comparado à tentativa anterior. Porém, torna-se cada vez menor a melhora obtida de um caso para o seguinte. Nosso critério de tentativas está se esgotando e precisamos de um critério melhor. Antes de discutir o novo critério, vamos testar mais um fato mencionado anteriormente.</p>
<p>Testemos, agora, o efeito de se colocar uma componente de frequência diferente de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /> , mas que não seja múltipla inteira de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' /> .  Isto está ilustrado na figura 2i. Utilizamos uma frequência 10% maior, ou seja  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=1%2C1+%5Ccdot+%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='1,1 &#92;cdot &#92;omega_0 ' title='1,1 &#92;cdot &#92;omega_0 ' class='latex' /> , e apenas uma componente, para evidenciar melhor o efeito. Note que agora o erro varia a cada período do dente-de-serra original, pois a reconstrução não tem a mesma periodicidade da função a ser sintetizada.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-68" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0j.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0j" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-70" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0j-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0j-diff B" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2i &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%2C%5Comega_0%29+%5C%3B+%3D+%5C%3B+10+%5Ccdot+%5Csin+%281%2C1+%5Ccdot%5Comega_0+x%29++&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (1,1 &#92;cdot&#92;omega_0 x)  ' title='f(x,&#92;omega_0) &#92;; = &#92;; 10 &#92;cdot &#92;sin (1,1 &#92;cdot&#92;omega_0 x)  ' class='latex' /></p>
<h4><span><span style="color:#808000;">Exemplo de síntese &#8211; resultado ótimo<br />
</span></span></h4>
<p>Suponha que alguém lhe dissesse que  uma boa aproximação da f(x) dente-de-serra fosse:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+%3D+%7B%5Cbf+B%5ET++%5C%2C+E%7D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='f(x) = {&#92;bf B^T  &#92;, E}  ' title='f(x) = {&#92;bf B^T  &#92;, E}  ' class='latex' /> , <span style="color:#ffffff;">&#8230;</span> com <span style="color:#ffffff;">&#8230;</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%7B%5Cbf+E+%7D+%3D++%5Cbig%5B++E_k+%5Cbig%5D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='{&#92;bf E } =  &#92;big[  E_k &#92;big]  ' title='{&#92;bf E } =  &#92;big[  E_k &#92;big]  ' class='latex' /> <span style="color:#ffffff;">&#8230;.</span> tal que <span style="color:#ffffff;">&#8230;.</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=E_k+%3D+%5Csin+%28+k+%5Ccdot+%5Comega_0+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='E_k = &#92;sin ( k &#92;cdot &#92;omega_0 ) ' title='E_k = &#92;sin ( k &#92;cdot &#92;omega_0 ) ' class='latex' /></p>
<p>e <span style="color:#ffffff;">&#8230;</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%7B%5Cbf+B%5ET+%7D++%3D+%5Cbegin%7Bbmatrix%7D+12%2C7+%26+6%2C4+%26+4%2C2+%26+3%2C2+%26+2%2C5+%26+2%2C1+%26+1%2C8+%26+1%2C6+%26+1%2C4+%5Cend%7Bbmatrix%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='{&#92;bf B^T }  = &#92;begin{bmatrix} 12,7 &amp; 6,4 &amp; 4,2 &amp; 3,2 &amp; 2,5 &amp; 2,1 &amp; 1,8 &amp; 1,6 &amp; 1,4 &#92;end{bmatrix} ' title='{&#92;bf B^T }  = &#92;begin{bmatrix} 12,7 &amp; 6,4 &amp; 4,2 &amp; 3,2 &amp; 2,5 &amp; 2,1 &amp; 1,8 &amp; 1,6 &amp; 1,4 &#92;end{bmatrix} ' class='latex' /></p>
<p>para k = 9 componentes harmônicas. Usando essa aproximação, obtém-se os resultados mostrados na figura 2j.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-71" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0i.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0i" width="300" height="136" /><img class="alignnone size-medium wp-image-72" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0i-diff.jpg?w=300&#038;h=136" alt="sawtooth-synthesis-0i-diff" width="300" height="136" /></p>
<p>Figura 2j &#8211; f(x) aproximada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+%3D+%7B%5Cbf+B%5ET++%5C%2C+E%7D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x) = {&#92;bf B^T  &#92;, E}  ' title='f(x) = {&#92;bf B^T  &#92;, E}  ' class='latex' /> , tal como descrito no texto.</p>
<p>Agora o resultado obtido é incomparavelmente melhor que os anteriores. A questão é: como obter esses valores ótimos de coeficientes ?</p>
<h3><span><span style="color:#008000;">Análise de Fourier de funções periódicas</span></span></h3>
<p>O objetivo da análise de Fourier é obter essa representação ótima. No caso das funções periódicas, a análise de Fourier provê meios de se calcular os coeficientes <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='A_k ' title='A_k ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_k ' title='B_k ' class='latex' /> , para uma dada função f(x).</p>
<p>O método para se fazer isso consiste em calcular as integrais abaixo. Mais adiante, iremos justificar esse método. Devemos calcular os coeficientes <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='A_k ' title='A_k ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='B_k ' title='B_k ' class='latex' /> , para uma dada função f(x) da seguinte forma:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+%3D+%5Cfrac%7B%5Comega_0%7D%7B2+%5Cpi%7D+%5C%3B+%5Cint_%7B0%7D%5E%7B%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B%5Comega_0%7D%7D+%5C%2C+f%28x%29+%5Ccos+%28k+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+%5C%2C+dx+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='A_k = &#92;frac{&#92;omega_0}{2 &#92;pi} &#92;; &#92;int_{0}^{&#92;frac{2 &#92;pi}{&#92;omega_0}} &#92;, f(x) &#92;cos (k &#92;cdot &#92;omega_0 x) &#92;, dx ' title='A_k = &#92;frac{&#92;omega_0}{2 &#92;pi} &#92;; &#92;int_{0}^{&#92;frac{2 &#92;pi}{&#92;omega_0}} &#92;, f(x) &#92;cos (k &#92;cdot &#92;omega_0 x) &#92;, dx ' class='latex' /></p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+%3D+%5Cfrac%7B%5Comega_0%7D%7B2+%5Cpi%7D+%5C%3B+%5Cint_%7B0%7D%5E%7B%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7B%5Comega_0%7D%7D+%5C%2C+f%28x%29+%5Csin+%28k+%5Ccdot+%5Comega_0+x%29+%5C%2C+dx+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='B_k = &#92;frac{&#92;omega_0}{2 &#92;pi} &#92;; &#92;int_{0}^{&#92;frac{2 &#92;pi}{&#92;omega_0}} &#92;, f(x) &#92;sin (k &#92;cdot &#92;omega_0 x) &#92;, dx ' title='B_k = &#92;frac{&#92;omega_0}{2 &#92;pi} &#92;; &#92;int_{0}^{&#92;frac{2 &#92;pi}{&#92;omega_0}} &#92;, f(x) &#92;sin (k &#92;cdot &#92;omega_0 x) &#92;, dx ' class='latex' /></p>
<p>para k inteiro positivo. A rigor, os coeficientes são funções de k e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Comega_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-2' alt='&#92;omega_0 ' title='&#92;omega_0 ' class='latex' />, assim deveríamos escrevê-los como <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+%3D+A%28k%2C+%5Comega_0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='A_k = A(k, &#92;omega_0) ' title='A_k = A(k, &#92;omega_0) ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+%3D+B%28k%2C+%5Comega_0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='B_k = B(k, &#92;omega_0) ' title='B_k = B(k, &#92;omega_0) ' class='latex' /> .</p>
<p>Calculando-se essas integrais para a função dente-de-serra (veja sua definição acima &#8211; lembrar que o limite superior de integração equivale exatamente ao período da função), temos, para <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=k+%5Cin+%5Cbig%5B+1+%5C%3B+%2C+%5C%3B+9+%5Cbig%5D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='k &#92;in &#92;big[ 1 &#92;; , &#92;; 9 &#92;big] ' title='k &#92;in &#92;big[ 1 &#92;; , &#92;; 9 &#92;big] ' class='latex' /> :</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%7B%5Cbf+A+%5ET%7D+%3D+%5Cbegin%7Bbmatrix%7D+0+%26+0+%26+0+%26+0+%26+0+%26+0+%26+0+%26+0+%26+0+%5Cend%7Bbmatrix%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='{&#92;bf A ^T} = &#92;begin{bmatrix} 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &#92;end{bmatrix} ' title='{&#92;bf A ^T} = &#92;begin{bmatrix} 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &amp; 0 &#92;end{bmatrix} ' class='latex' /></p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%7B%5Cbf+B%5ET+%7D+%3D+%5Cbegin%7Bbmatrix%7D+12%2C7+%26+6%2C4+%26+4%2C2+%26+3%2C2+%26+2%2C5+%26+2%2C1+%26+1%2C8+%26+1%2C6+%26+1%2C4+%5Cend%7Bbmatrix%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='{&#92;bf B^T } = &#92;begin{bmatrix} 12,7 &amp; 6,4 &amp; 4,2 &amp; 3,2 &amp; 2,5 &amp; 2,1 &amp; 1,8 &amp; 1,6 &amp; 1,4 &#92;end{bmatrix} ' title='{&#92;bf B^T } = &#92;begin{bmatrix} 12,7 &amp; 6,4 &amp; 4,2 &amp; 3,2 &amp; 2,5 &amp; 2,1 &amp; 1,8 &amp; 1,6 &amp; 1,4 &#92;end{bmatrix} ' class='latex' /></p>
<p>que são os valores ótimos mostrados anteriormente. Graficamente, temos, para <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+%3D+B%28k%2C+%5Comega_0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='B_k = B(k, &#92;omega_0) ' title='B_k = B(k, &#92;omega_0) ' class='latex' /> (os <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=A_k+%3D+A%28k%2C+%5Comega_0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='A_k = A(k, &#92;omega_0) ' title='A_k = A(k, &#92;omega_0) ' class='latex' /> são todos nulos ):</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-73" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-analisys-bk.jpg?w=300&#038;h=181" alt="sawtooth-analisys-bk" width="300" height="181" /><img class="alignnone size-medium wp-image-74" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-analisys-waveform.jpg?w=300&#038;h=150" alt="sawtooth-analisys-waveform" width="300" height="150" /></p>
<p>Figura 3 &#8211; (a) componentes <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B_k+%3D+B%28k%2C+%5Comega_0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-2' alt='B_k = B(k, &#92;omega_0) ' title='B_k = B(k, &#92;omega_0) ' class='latex' /> ; b) superposição das componentes</p>
<p>As componentes individuais sãomostradas na figura 3c abaixo. As amplitudes correspondem ao gráfico da figura 3b.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-75" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-analisys-components.jpg?w=500&#038;h=318" alt="sawtooth-analisys-components" width="500" height="318" /></p>
<p>Figura 3 (continuação) &#8211; (c) componentes <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=B%28k%2C+%5Comega_0%29+%3D+B_k+%5Csin+%28+k+%5Ccdot+%5Comega_0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-2' alt='B(k, &#92;omega_0) = B_k &#92;sin ( k &#92;cdot &#92;omega_0) ' title='B(k, &#92;omega_0) = B_k &#92;sin ( k &#92;cdot &#92;omega_0) ' class='latex' /></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/50/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/50/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/50/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=50&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/23/serie-de-fourier-e-transformada-de-fourier-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-waveform.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth waveform</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0a.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth synthesis with sin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0a-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth syntesis error 0a</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0b.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth systesis 0b</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0b-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth synthesis error 0b</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0c.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth synthesis 0C</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0c-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">approximation error on sawtooth synthesis 0C </media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0d.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0d</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0d-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0d-diff</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0e.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0e</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0e-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0e-diff</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0f.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0f</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0f-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0f-diff</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0g.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0g</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0g-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0g-diff</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0h.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0h</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0h-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0h-diff</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0j.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0j</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0j-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0j-diff B</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0i.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0i</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-synthesis-0i-diff.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-synthesis-0i-diff</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-analisys-bk.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-analisys-bk</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-analisys-waveform.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-analisys-waveform</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/sawtooth-analisys-components.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">sawtooth-analisys-components</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Delta de Dirac ou impulso unitário</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 17:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=43</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Apresentar o conceito e algumas propriedades importantes do impulso unitário e suas aplicações. O degrau unitário de Heaviside Considere a seguinte função , contínua e seccionalmente diferenciável: Essa função é conhecida como &#8220;rampa&#8221; limitada, ou rampa saturada. Sua derivada é definida em toda parte, exceto nos pontos e : A função e sua derivada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=43&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Apresentar o conceito e algumas propriedades importantes do impulso unitário e suas aplicações.</p>
<h2><strong><span style="color:#333399;"><span style="color:#000080;">O degrau unitário de Heaviside</span><br />
</span></strong></h2>
<p>Considere a seguinte função <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='f(x) ' title='f(x) ' class='latex' />, contínua e seccionalmente diferenciável:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=f%28x%29+%3D+%5Cbegin%7Bcases%7D+0%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%5Cle+x_0+%5C%5C+%5Cfrac%7Bx+-+x_0%7D%7Bx_1+-+x_0%7D%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x%5Cin+%5Bx_0%2Cx_1%5D+%5C%5C+1%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%5Cge+x_1+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='f(x) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;le x_0 &#92;&#92; &#92;frac{x - x_0}{x_1 - x_0}, &amp; &#92;mbox{para } x&#92;in [x_0,x_1] &#92;&#92; 1, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;ge x_1 &#92;end{cases} ' title='f(x) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;le x_0 &#92;&#92; &#92;frac{x - x_0}{x_1 - x_0}, &amp; &#92;mbox{para } x&#92;in [x_0,x_1] &#92;&#92; 1, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;ge x_1 &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p>Essa função é conhecida como &#8220;rampa&#8221; limitada, ou rampa saturada. Sua derivada é definida em toda parte, exceto nos pontos <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_0 ' title='x_0 ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_1 ' title='x_1 ' class='latex' />:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cfrac%7Bd%7D%7Bdx%7D+f%28x%29+%3D+%5Cbegin%7Bcases%7D+0%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%3C+x_0+%5C%5C%5Cfrac%7B1%7D%7Bx_1+-+x_0%7D%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x%5Cin+%28x_0%2Cx_1%29+%5C%5C+0%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%3E+x_1+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;frac{d}{dx} f(x) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &lt; x_0 &#92;&#92;&#92;frac{1}{x_1 - x_0}, &amp; &#92;mbox{para } x&#92;in (x_0,x_1) &#92;&#92; 0, &amp; &#92;mbox{para } x &gt; x_1 &#92;end{cases} ' title='&#92;frac{d}{dx} f(x) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &lt; x_0 &#92;&#92;&#92;frac{1}{x_1 - x_0}, &amp; &#92;mbox{para } x&#92;in (x_0,x_1) &#92;&#92; 0, &amp; &#92;mbox{para } x &gt; x_1 &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p>A função e sua derivada são ilustradas na figura 1a. Suponha, agora, que façamos <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_1+%5Cto+x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_1 &#92;to x_0 ' title='x_1 &#92;to x_0 ' class='latex' />. No limite, obteremos <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=H%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='H(x) ' title='H(x) ' class='latex' />, o chamado <a title="Heaviside step function" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heaviside_step_function" target="_blank">degrau unitário</a>, proposta por <a title="Heaviside biography" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heaviside" target="_blank">Heaviside</a> para descrever transições abruptas idealizadas. Sua &#8220;derivada&#8221; pode ser estimada a partir da derivada de f(x), fazendo-se <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_1 ' title='x_1 ' class='latex' /> tender a <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_0 ' title='x_0 ' class='latex' /> . Essa construção está ilustrada nas figura 1b e 1c.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-44" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/step-and-pulse.jpg?w=500&#038;h=375" alt="Step and pulse functions" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1 &#8211; a) Função rampa e sua derivada; b) e c) Rampa tendendo ao degrau unitário; d) Situação limite</p>
<p>Na figura 1d a função f(x) transformou-se praticamente no degrau unitário de Heaviside, ou <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=H+%28+x+-+x_0+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='H ( x - x_0 ) ' title='H ( x - x_0 ) ' class='latex' /> , definida como:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=H%28x-x_0%29+%3D+%5Cbegin%7Bcases%7D+0%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%5Cleq+x_0+%5C%5C+1%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%3E+x_0+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='H(x-x_0) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;leq x_0 &#92;&#92; 1, &amp; &#92;mbox{para } x &gt; x_0 &#92;end{cases} ' title='H(x-x_0) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;leq x_0 &#92;&#92; 1, &amp; &#92;mbox{para } x &gt; x_0 &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p>A altura do pulso correspondente à derivada aumenta progressivamente na proporção inversa à diminuição do tamanho do intervalo <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cleft+%28+x_0%2Cx_1+%5Cright+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;left ( x_0,x_1 &#92;right ) ' title='&#92;left ( x_0,x_1 &#92;right ) ' class='latex' />, enquanto sua área se mantém igual a <strong>1</strong>. No caso limite, em que <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_1+%5Cto+x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_1 &#92;to x_0 ' title='x_1 &#92;to x_0 ' class='latex' /> , ilustrado na fig. 1d, a largura do pulso torna-se nula e sua altura tende ao infinito, ainda preservando sua área unitária. Nessa situação, diz-se que o pulso tendeu ao <strong><span style="text-decoration:underline;">impulso unitário</span></strong> .</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><span style="color:#000080;"><strong><strong>O impulso unitário, ou Delta de Dirac</strong></strong></span></h2>
<p>É muito frequente depararmos com a seguinte &#8220;<a title="wrong definition of Dirac delta" href="http://planetmath.org/encyclopedia/DiracDeltaFunction.html" target="_blank">definição</a>&#8221; do impulso unitário, denotado por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28+x+-+x_0+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta ( x - x_0 ) ' title='&#92;delta ( x - x_0 ) ' class='latex' /> e denominado também de <strong><em>delta</em> de <a title="P.A.M. Dirac" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dirac" target="_blank">Dirac</a></strong>:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta%28x-x_0%29+%3D+%5Cbegin%7Bcases%7D+0%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%5Cne+x_0+%5C%5C+%5Cinfty+%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%3D+x_0+%5C%5C+%5Cmbox%7Bcom+%7D+%26+%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cdelta%28x-x_0%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%2C+1+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;delta(x-x_0) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;ne x_0 &#92;&#92; &#92;infty , &amp; &#92;mbox{para } x = x_0 &#92;&#92; &#92;mbox{com } &amp; &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;, 1 &#92;end{cases} ' title='&#92;delta(x-x_0) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;ne x_0 &#92;&#92; &#92;infty , &amp; &#92;mbox{para } x = x_0 &#92;&#92; &#92;mbox{com } &amp; &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;, 1 &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p>Todavia,interpretar tal &#8220;definição&#8221; como uma função <span style="text-decoration:underline;">não é correto</span>, pois (i) não define uma função, uma vez que <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cinfty+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;infty ' title='&#92;infty ' class='latex' /> não é um valor que se possa atribuir a um ponto do domínio e, (ii) muito menos é integrável, já que diverge em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x_0 ' title='x_0 ' class='latex' /> .</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><span style="color:#000080;"><strong><strong>Propriedades do Delta de Dirac</strong></strong></span></h2>
<p>Vamos adiar por ora a definição correta do Delta de Dirac e examinemos antes algumas de suas propriedades seguindo um raciocínio <a title="heuristics" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heuristic_(disambiguation)" target="_blank"><em>heurístico</em></a>, com o intuito de facilitar a compreensão da definição que será dada mais adiante.</p>
<h3><span style="color:#008000;">Propriedade de Filtragem</span></h3>
<p>Seja f(x) uma função defnida em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cleft+%5B+%7B-%5Cinfty+%2C+%2B%5Cinfty%7D+%5Cright+%5D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;left [ {-&#92;infty , +&#92;infty} &#92;right ] ' title='&#92;left [ {-&#92;infty , +&#92;infty} &#92;right ] ' class='latex' /> , suave (i.e., sempre diferenciável sucessivamente) e de suporte compacto (i.e., por simplicidade, que se anula em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%7B%5Cbf+-+%5Cinfty+%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='{&#92;bf - &#92;infty } ' title='{&#92;bf - &#92;infty } ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%7B+%5Cbf+%2B+%5Cinfty%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='{ &#92;bf + &#92;infty} ' title='{ &#92;bf + &#92;infty} ' class='latex' /> ). O delta de Dirac <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta (x) ' title='&#92;delta (x) ' class='latex' /> apresenta a seguinte propriedade, denominada <strong><span style="text-decoration:underline;">propriedade de filtragem</span></strong>:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+f%28x%29+%5Cdelta%28x-x_0%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%3B+f%28+x_0+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} f(x) &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;; f( x_0 ) ' title='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} f(x) &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;; f( x_0 ) ' class='latex' /></p>
<p>A questão se a integral acima está definida terá de ser examinada com cuidado mais adiante. Além disso, nenhuma &#8220;função&#8221; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta (x) ' title='&#92;delta (x) ' class='latex' /> é capaz de satisfazer à expressão acima para uma f(x) arbitrária. O delta de Dirac deve possuir uma estrutura peculiar, distinta da de função, conforme veremos mais adiante, para que a propriedade acima seja válida.</p>
<p>Supondo-se que exista uma tal &#8220;função&#8221; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta (x) ' title='&#92;delta (x) ' class='latex' /> e levando-se em conta o fato de que ela só não seria nula em uma vizinhança &#8220;infinitesimal&#8221; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cleft+%5B+%7Bx_0+-+%5Cepsilon%7D+%5C%2C+%2C+%5C%2C+%7Bx_0+%2B+%5Cepsilon%7D+%5Cright+%5D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;left [ {x_0 - &#92;epsilon} &#92;, , &#92;, {x_0 + &#92;epsilon} &#92;right ] ' title='&#92;left [ {x_0 - &#92;epsilon} &#92;, , &#92;, {x_0 + &#92;epsilon} &#92;right ] ' class='latex' /> , poderíamos, através de mais um exercício de heurística, escrever:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+f%28x%29+%5Cdelta%28x-x_0%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%3B+%5Cint+%5Climits_%7Bx_0+-+%5Cepsilon%7D+%5E%7Bx_0+%2B+%5Cepsilon%7D+f%28x%29+%5Cdelta%28x-x_0%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%3B+f%28+x_0+%29+%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cepsilon%7D+%5E%7B%2B+%5Cepsilon%7D+%5Cdelta%28x%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%3B+f%28+x_0+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} f(x) &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;; &#92;int &#92;limits_{x_0 - &#92;epsilon} ^{x_0 + &#92;epsilon} f(x) &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;; f( x_0 ) &#92;int &#92;limits_{- &#92;epsilon} ^{+ &#92;epsilon} &#92;delta(x) &#92;, dx &#92;; = &#92;; f( x_0 ) ' title='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} f(x) &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;; &#92;int &#92;limits_{x_0 - &#92;epsilon} ^{x_0 + &#92;epsilon} f(x) &#92;delta(x-x_0) &#92;, dx &#92;; = &#92;; f( x_0 ) &#92;int &#92;limits_{- &#92;epsilon} ^{+ &#92;epsilon} &#92;delta(x) &#92;, dx &#92;; = &#92;; f( x_0 ) ' class='latex' /></p>
<p>mostrando ser razoável esperar-se algo como a propriedade de filtragem.</p>
<h3><span style="color:#008000;">Integral indefinida do Delta de Dirac</span></h3>
<p>O Delta de Dirac surgiu como consequência da derivação do degrau de Heaviside, conforme ilustrado na figura 1d. Portanto, é razoável dizer que a integral indefinida ou a &#8220;primitiva&#8221; do delta de Dirac seja o degrau de Heaviside, escrevendo-se:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cint+%5Cdelta%28x%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%2C+H%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;int &#92;delta(x) &#92;, dx &#92;; = &#92;, H(x) ' title='&#92;int &#92;delta(x) &#92;, dx &#92;; = &#92;, H(x) ' class='latex' /></p>
<p>Entretanto, isto trará consequências para a interpretação de H(x) que, conforme veremos adiante, será interpretada como um objeto matemático da mesma natureza do delta de Dirac.</p>
<p>Representaremos graficamente o impulso usando-se uma seta vertical apontando para cima, colocada no ponto <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='x_0 ' title='x_0 ' class='latex' /> para indicar sua localização. Quando o impulso for multiplicado por uma constante negativa, indicaremos a seta vertical apontando para baixo. A figura 2 ilustra essa notação e a propriedade de filtragem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-45" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/delta-and-step.jpg?w=500&#038;h=196" alt="Dirac and Heaviside functions" width="500" height="196" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2 &#8211; a) notação para o delta de Dirac ; b) propriedade de filtragem do delta de Dirac</p>
<h3><span style="color:#008000;">Derivada do Delta de Dirac</span></h3>
<p>Construimos o conceito do delta de Dirac como sendo a função para a qual o pulso de área unitária tende quando sua largura é feita tender a zero, levando sua altura ao infinito. Podemos construir heuristicamente o conceito da derivada do delta de Dirac derivando-se o pulso de área unitária e examinando-se o efeito sobre a derivada quando a largura o pulso tende a zero. A figura 3 ilustra esse processo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-46" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/doublet-concept.jpg?w=500&#038;h=366" alt="Dirac delta derivative" width="500" height="366" /></p>
<p style="text-align:left;">Figura 3 &#8211; Construção da derivada do delta de Dirac usando-se a derivada do pulso: a) o pulso retangular como sendo a diferença de dois degraus: <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=H%28x-x_0%29+-+H%28x-x_1%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='H(x-x_0) - H(x-x_1) ' title='H(x-x_0) - H(x-x_1) ' class='latex' /> ; b) a derivada do pulso como sendo a derivada da diferença dos dois degraus <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=H%28x-x_0%29+-+H%28x-x_1%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-2' alt='H(x-x_0) - H(x-x_1) ' title='H(x-x_0) - H(x-x_1) ' class='latex' /> ; c) a derivada do pulso para o <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Clim+x_1+%5Cto+x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;lim x_1 &#92;to x_0 ' title='&#92;lim x_1 &#92;to x_0 ' class='latex' /> , que corresponde à derivada do delta de Dirac .</p>
<p style="text-align:left;">O pulso pode ser entendido como a diferença de dois degraus de Heaviside, o primeiro localizado em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='x_0 ' title='x_0 ' class='latex' /> e o segundo em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='x_1 ' title='x_1 ' class='latex' /> . Portanto, a derivada do pulso pode ser indicada como dois deltas de Dirac, um positivo em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='x_0 ' title='x_0 ' class='latex' /> e um negativo em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x_1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='x_1 ' title='x_1 ' class='latex' />, pois esses deltas são as respectivas derivadas dos degraus.</p>
<h3><span style="color:#008000;">Mudança de escala do argumento do Delta de Dirac</span></h3>
<p>Demonstraremos que se a variável independente x muda de escala por um fator <strong><span style="color:#008080;">a</span></strong>, o delta de Dirac muda de escala por um fator <strong><span style="color:#008080;">1/a</span></strong> , ou seja</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28a+%5Ccdot+x%29+%3D+%5Cfrac%7B1%7D%7B%5Cmid+a+%5Cmid%7D+%5Cdelta+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='&#92;delta (a &#92;cdot x) = &#92;frac{1}{&#92;mid a &#92;mid} &#92;delta (x) ' title='&#92;delta (a &#92;cdot x) = &#92;frac{1}{&#92;mid a &#92;mid} &#92;delta (x) ' class='latex' /></p>
<p>Essa propriedade pode ser demonstrada, verificando-se que a expressão acima satisfaz propriedades fundamentais do delta de Dirac:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Se <strong>a &gt; 0</strong></span> : <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cmid+a+%5Cmid+%5Cdelta+%28a+%5Ccdot+x%29+dx+%3D+%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cdelta+%28a+%5Ccdot+x%29+d%28a+%5Ccdot+x%29+%3D+%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cdelta+%28%5Cxi%29+d%5Cxi+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;mid a &#92;mid &#92;delta (a &#92;cdot x) dx = &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta (a &#92;cdot x) d(a &#92;cdot x) = &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta (&#92;xi) d&#92;xi ' title='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;mid a &#92;mid &#92;delta (a &#92;cdot x) dx = &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta (a &#92;cdot x) d(a &#92;cdot x) = &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta (&#92;xi) d&#92;xi ' class='latex' /></p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Se <strong>a &lt; 0</strong></span> : <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cmid+a+%5Cmid+%5Cdelta+%28a+%5Ccdot+x%29+dx+%3D+-+%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cdelta+%28a+%5Ccdot+x%29+d%28a+%5Ccdot+x%29+%3D+%5Cint+%5Climits_%7B%2B+%5Cinfty%7D%5E%7B-+%5Cinfty%7D+%5Cdelta+%28%5Cxi%29+d%5Cxi+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;mid a &#92;mid &#92;delta (a &#92;cdot x) dx = - &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta (a &#92;cdot x) d(a &#92;cdot x) = &#92;int &#92;limits_{+ &#92;infty}^{- &#92;infty} &#92;delta (&#92;xi) d&#92;xi ' title='&#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;mid a &#92;mid &#92;delta (a &#92;cdot x) dx = - &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta (a &#92;cdot x) d(a &#92;cdot x) = &#92;int &#92;limits_{+ &#92;infty}^{- &#92;infty} &#92;delta (&#92;xi) d&#92;xi ' class='latex' /> , com <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cxi+%3D+-ax+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-2' alt='&#92;xi = -ax ' title='&#92;xi = -ax ' class='latex' /></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><span style="color:#000080;"><strong><strong>Construção do Delta de Dirac por sequências de funções</strong></strong></span></h2>
<p>O delta de Dirac pode ser construido através de sequências de funções <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' />, que convergem para uma relação denotada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28+x+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta ( x ) ' title='&#92;delta ( x ) ' class='latex' /> (definida sobre <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+x+%5Cin+%5CRe+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;{ x &#92;in &#92;Re &#92;} ' title='&#92;{ x &#92;in &#92;Re &#92;} ' class='latex' />) tal que:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta%28x%29+%3D+%5Cbegin%7Bcases%7D+0%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%5Cne+0+%5C%5C+%5Cinfty+%2C+%26+%5Cmbox%7Bpara+%7D+x+%3D+0+%5C%5C+%5Cmbox%7Bcom+%7D+%26+%5Cint+%5Climits_%7B-+%5Cinfty%7D%5E%7B%2B+%5Cinfty%7D+%5Cdelta%28x%29+%5C%2C+dx+%5C%3B+%3D+%5C%2C+1+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;delta(x) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;ne 0 &#92;&#92; &#92;infty , &amp; &#92;mbox{para } x = 0 &#92;&#92; &#92;mbox{com } &amp; &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta(x) &#92;, dx &#92;; = &#92;, 1 &#92;end{cases} ' title='&#92;delta(x) = &#92;begin{cases} 0, &amp; &#92;mbox{para } x &#92;ne 0 &#92;&#92; &#92;infty , &amp; &#92;mbox{para } x = 0 &#92;&#92; &#92;mbox{com } &amp; &#92;int &#92;limits_{- &#92;infty}^{+ &#92;infty} &#92;delta(x) &#92;, dx &#92;; = &#92;, 1 &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p>Essa relação não deve ser entendida como uma função. De fato ela é o que se chama de uma <span style="color:#000080;"><em>distribuição</em></span>, ou ainda uma <span style="color:#000080;"><em>função generalizada</em></span> , mas veremos esses conceitos mais adiante.</p>
<p>Vamos a seguir propor diversas sequências de funções, denotadas por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' class='latex' /> <span style="text-decoration:underline;">suaves</span>, isto é, infinitamente diferenciáveis no intervalo <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+-1+%2C+%2B1+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ -1 , +1 &#92;} ' title='&#92;{ -1 , +1 &#92;} ' class='latex' />. As funções <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> estão <span style="text-decoration:underline;">normalizadas unitariamente</span>, significando que</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cint+%5Climits_%7B-1%7D%5E%7B%2B1%7D+%5Cphi_n%28x%29+dx+%3D+1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;int &#92;limits_{-1}^{+1} &#92;phi_n(x) dx = 1 ' title='&#92;int &#92;limits_{-1}^{+1} &#92;phi_n(x) dx = 1 ' class='latex' /></p>
<p>As funções <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> são denominadas <strong>funções teste</strong> ou ainda <a title="bump function" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bump_function" target="_blank">funções <em>bump</em></a> (lombada) ou ainda <a title="molifier" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mollifier" target="_blank"><strong><em>mollifiers</em></strong></a> .</p>
<h6><span style="color:#666699;">Observação &#8211; Na prática a denominação mollifier se aplica quando se considera o efeito oposto ao de n crescente em <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' class='latex' />. As funções teste <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> vão se tornando cada vez mais &#8220;agudas&#8221;, ou abruptas, ou estreitas, à medida em que <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=n+%5Cto+%5Cinfty+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='n &#92;to &#92;infty ' title='n &#92;to &#92;infty ' class='latex' /> . O mollifier é usado para diminuir acutância, tornando as funções menos abruptas nas descontinuidades. Ele é uma função do tipo das <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-2' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> que, aplicada a uma função g(x) dotada de descontinuidades abruptas, suaviza g(x) nas descontinuidades. Veja o artigo sobre os <a title="molifier" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mollifier" target="_blank"><em>mollifiers</em></a> .</span></h6>
<h3><span style="color:#008000;">Sequências delta</span></h3>
<p>As sequências de funções teste <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' class='latex' /> que tendem para a relação <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta (x) ' title='&#92;delta (x) ' class='latex' /> são denominadas <span style="text-decoration:underline;">sequências delta</span>. Isto é denotado por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+%5Crightrightarrows+%5Cdelta%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows &#92;delta(x) ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows &#92;delta(x) ' class='latex' /> , significando</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Clim+%5Climits_%7Bn+%5Cto+%5Cinfty%7D%5Cphi_n%28x%29+%3D+%5Cdelta%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;lim &#92;limits_{n &#92;to &#92;infty}&#92;phi_n(x) = &#92;delta(x) ' title='&#92;lim &#92;limits_{n &#92;to &#92;infty}&#92;phi_n(x) = &#92;delta(x) ' class='latex' /></p>
<p>e ainda,</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Clim+%5Climits_%7Bn+%5Cto+%5Cinfty%7D+%5Cint+%5Climits_%7B-%5Cinfty%7D%5E%7B%2B%5Cinfty%7D+%5Cphi_n%28x%29+f%28x%29+dx+%3D+f%280%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;lim &#92;limits_{n &#92;to &#92;infty} &#92;int &#92;limits_{-&#92;infty}^{+&#92;infty} &#92;phi_n(x) f(x) dx = f(0) ' title='&#92;lim &#92;limits_{n &#92;to &#92;infty} &#92;int &#92;limits_{-&#92;infty}^{+&#92;infty} &#92;phi_n(x) f(x) dx = f(0) ' class='latex' /></p>
<p>para toda f(x) contínua.</p>
<p>As seguintes sequências de funções teste <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' class='latex' /> formam sequências delta:</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
a) <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n%28x%29%3D%5Cbegin%7Bcases%7D+n%2C+%26+x+%5Cin+%5Cleft+%28+-%5Cfrac%7B2%7D%7Bn%7D+%5C%3B+%2C+%5C%3B%5Cfrac%7B2%7D%7Bn%7D+%5Cright+%29+%5C%5C+0%2C+%26x+%5Cnotin+%5Cleft+%28+-%5Cfrac%7B2%7D%7Bn%7D+%5C%3B+%2C+%5C%3B%5Cfrac%7B2%7D%7Bn%7D+%5Cright+%29+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;phi_n(x)=&#92;begin{cases} n, &amp; x &#92;in &#92;left ( -&#92;frac{2}{n} &#92;; , &#92;;&#92;frac{2}{n} &#92;right ) &#92;&#92; 0, &amp;x &#92;notin &#92;left ( -&#92;frac{2}{n} &#92;; , &#92;;&#92;frac{2}{n} &#92;right ) &#92;end{cases} ' title='&#92;phi_n(x)=&#92;begin{cases} n, &amp; x &#92;in &#92;left ( -&#92;frac{2}{n} &#92;; , &#92;;&#92;frac{2}{n} &#92;right ) &#92;&#92; 0, &amp;x &#92;notin &#92;left ( -&#92;frac{2}{n} &#92;; , &#92;;&#92;frac{2}{n} &#92;right ) &#92;end{cases} ' class='latex' /> (limite de um pulso retangular)</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
b) <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n%28x%29+%3D+%5Cfrac%7Bn%7D%7B+%5Csqrt%7B%5Cpi%7D%7D+%5Cmathrm%7Be%7D%5E%7B-x%5E2+%5Ccdot+n%5E2%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;phi_n(x) = &#92;frac{n}{ &#92;sqrt{&#92;pi}} &#92;mathrm{e}^{-x^2 &#92;cdot n^2} ' title='&#92;phi_n(x) = &#92;frac{n}{ &#92;sqrt{&#92;pi}} &#92;mathrm{e}^{-x^2 &#92;cdot n^2} ' class='latex' /> (limite de uma função gaussiana)</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
c) <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n%28x%29+%3D+%5Cfrac%7B1%7D%7B%5Cpi%7D+%5Ccdot+%5Cfrac%7Bn%7D%7B1+%2B+n%5E2+%5Ccdot+x%5E2%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;phi_n(x) = &#92;frac{1}{&#92;pi} &#92;cdot &#92;frac{n}{1 + n^2 &#92;cdot x^2} ' title='&#92;phi_n(x) = &#92;frac{1}{&#92;pi} &#92;cdot &#92;frac{n}{1 + n^2 &#92;cdot x^2} ' class='latex' /> (limite de uma função de Cauchy)</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
d) <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n%28x%29%3D%5Cfrac%7B+%5Csin%5Cleft+%28+n+%5Ccdot%5Cpi+x+%5Cright+%29+%7D%7B%5Cpi+x%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;phi_n(x)=&#92;frac{ &#92;sin&#92;left ( n &#92;cdot&#92;pi x &#92;right ) }{&#92;pi x} ' title='&#92;phi_n(x)=&#92;frac{ &#92;sin&#92;left ( n &#92;cdot&#92;pi x &#92;right ) }{&#92;pi x} ' class='latex' /> (limite de uma função <span style="color:#008080;"><strong>sinc(x) </strong></span>)</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
e) <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n%28x%29%3D%5Cfrac%7Bn+%5Ccdot+e%5E%7B-%7Cn+x%7C%7D%7D%7B2%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;phi_n(x)=&#92;frac{n &#92;cdot e^{-|n x|}}{2} ' title='&#92;phi_n(x)=&#92;frac{n &#92;cdot e^{-|n x|}}{2} ' class='latex' /> (limite de um pulso exponencial)</p>
<p style="text-align:left;">Diversas outras sequências de funções teste constituem sequências delta, entre elas sequências de <a href="http://">f</a><a title="Airy functions" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Airy_function" target="_blank">unções de Airy </a>e de <a title="Bessel functions" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bessel_function" target="_blank">funções de Bessel</a>. Os exemplos acima são mostrados em animações contendo alguns exemplares de funções <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> , para os valores de n indicados nas animações.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/"><img src="http://img.youtube.com/vi/BTsoL3hsVqc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">a) sequência delta de pulsos retangulares</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/"><img src="http://img.youtube.com/vi/R38vPabn6vY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">b) sequência delta de pulsos gaussianos</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kbpknJzPmCE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">c) sequência delta de pulsos de Cauchy</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/"><img src="http://img.youtube.com/vi/whz4xPHgyOc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">d) sequência delta de pulsos sinc</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/"><img src="http://img.youtube.com/vi/KN-197onCW8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">e) sequência delta de pulsos exponenciais</p>
<h3><span style="color:#008000;">Equivalência de sequências delta<br />
</span></h3>
<p>As sequências acima exemplificadas, bem como outras sequências delta, são equivalentes, segundo a uma certa <a title="equivalence relation" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Equivalence_relation" target="_blank">relação de equivalência</a> que examinaremos em uma ocasião futura. Grosso modo, podemos dizer que como todas as sequências acima apresentadas convergem para <span style="text-decoration:underline;">a mesma</span> relação <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28+x+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta ( x ) ' title='&#92;delta ( x ) ' class='latex' /> , então elas são equivalentes. O conjunto de todas as sequências delta formam uma <a title="equivalence class" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Equivalence_class" target="_blank">classe de equivalência</a> segundo essa relação de equivalência. Essa classe de equivalência é o que se define como sendo o delta de Dirac , denotado então por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28+x+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta ( x ) ' title='&#92;delta ( x ) ' class='latex' />.</p>
<h3><span style="color:#008000;">Definição do delta de Dirac<br />
</span></h3>
<p>Formalmente:</p>
<ul>
<li>seja <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csim+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;sim ' title='&#92;sim ' class='latex' /> uma relação de equivalência entre sequências de funções <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cpsi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;psi_n (x) ' title='&#92;psi_n (x) ' class='latex' />. Diremos que duas sequências de funções teste são equivalentes, se convergem para uma mesma relação <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='R (x) ' title='R (x) ' class='latex' />.</li>
<li>Isto é: <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+%5Csim+%5C%7B+%5Cpsi_n+%28x%29+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;sim &#92;{ &#92;psi_n (x) &#92;} ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;sim &#92;{ &#92;psi_n (x) &#92;} ' class='latex' /> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Ciff+%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+%5Crightrightarrows+R%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;iff &#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows R(x) ' title='&#92;iff &#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows R(x) ' class='latex' /> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cwedge+%5C%7B+%5Cpsi_n+%28x%29+%5C%7D+%5Crightrightarrows+R%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;wedge &#92;{ &#92;psi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows R(x) ' title='&#92;wedge &#92;{ &#92;psi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows R(x) ' class='latex' />.</li>
<li>as funções <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cphi_n+%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;phi_n (x) ' title='&#92;phi_n (x) ' class='latex' /> são denominadas funções teste.</li>
<li>Uma sequência de funções teste <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} ' class='latex' /> é dita uma <em>sequência delta</em> se <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+%5Crightrightarrows+%5Cdelta%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows &#92;delta(x) ' title='&#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows &#92;delta(x) ' class='latex' /></li>
<li>Duas sequências delta são equivalentes, pois ambas convergem para <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta+%28+x+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;delta ( x ) ' title='&#92;delta ( x ) ' class='latex' /></li>
<li>A classe de equivalência constituida pelas sequências delta denomina-se delta de Dirac.</li>
<li>Isto é: <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cdelta%28x%29+%3D+%5Cbig+%5C%7B+%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+%5C%3B+%5Cmid+%5C%3B+%5C%7B+%5Cphi_n+%28x%29+%5C%7D+%5Crightrightarrows+%5Cdelta%28x%29+%5Cbig+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;delta(x) = &#92;big &#92;{ &#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;; &#92;mid &#92;; &#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows &#92;delta(x) &#92;big &#92;} ' title='&#92;delta(x) = &#92;big &#92;{ &#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;; &#92;mid &#92;; &#92;{ &#92;phi_n (x) &#92;} &#92;rightrightarrows &#92;delta(x) &#92;big &#92;} ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>Essa definição implica na prática que qualquer função teste que seja membro de uma sequência delta pode ser usada para representar o delta de Dirac em uma certa escala.</p>
<p>Existem aspectos técnicos que requerem maior rigor e, neste primeiro contato estamos suprimindo, porém, mencionaremos a seguir:</p>
<ol>
<li>O delta de Dirac é uma <a title="distributions" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Distribution_%28mathematics%29" target="_blank"><strong>distribuição</strong></a></li>
<li>Funções e distribuições são objetos matemáticos distintos</li>
<li>Funções permitem a avaliação (evaluation) em um ponto, isto é, <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x+%5Cmapsto+f%28x%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='x &#92;mapsto f(x) ' title='x &#92;mapsto f(x) ' class='latex' /></li>
<li>Distribuições <strong>não</strong> permitem avaliação no ponto</li>
<li>Funções são relações que levam um ponto de um conjunto (domínio) a precisamente um ponto de outro conjunto (contra-domínio).</li>
<li>Distribuições levam um conjunto (no caso , uma função f(x) ) a um ponto de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CRe+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;Re ' title='&#92;Re ' class='latex' /> , ou mais especificamente, no caso do delta de Dirac, leva f(x) a f(0)</li>
<li>De um modo mais geral, as distribuições são definidas como classes de equivalências de sequências de funções teste</li>
<li>As relações de equivalência a que se referem essas classes são construídas de um modo mais geral, considerando-se que as sequências de funções teste convergem para funções, de fato. Para tanto, é necessário utilizar as derivadas e integrais de outras sequências, ditas fundamentais, que realmente convergem para funções. Por exemplo, no caso das sequências delta, elas seriam igualadas a sequências de derivadas de funções rampa. No caso, as funções rampa convergem para o degrau de Heaviside, que é de fato uma função, embora não contínua.</li>
</ol>
<p>Essa abordagem mais rigorosa será objeto de uma discussão futura.</p>
<h4><span style="color:#339966;">Referências</span></h4>
<p>Antosik,P. , Mikusinski,J. , Sikorski,R. &#8211; Theory of distributions &#8211; The sequential approach. Elsevier Scientific Publishing Company, Amsterdam, PWN &#8211; Polish Scientific Publishers, Warszava, 1973</p>
<p>Tao, Terence &#8211; Distributions &#8211; <em>pre-print</em> available at <a title="Terence Tao - distributions" href="http://www.math.ucla.edu/~tao/preprints/distribution.pdf" target="_self">http://www.math.ucla.edu/~tao/preprints/distribution.pdf</a></p>
<p style="text-align:center;">
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/43/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/43/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/43/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=43&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/14/delta-de-dirac-ou-impulso-unitario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/step-and-pulse.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Step and pulse functions</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/delta-and-step.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Dirac and Heaviside functions</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/doublet-concept.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Dirac delta derivative</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Números Complexos e Exponenciais Complexas</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/05/numeros-complexos-e-exponenciais-complexas/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/05/numeros-complexos-e-exponenciais-complexas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 10:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=32</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Discutir alguns aspectos sobre as representações de números complexos e suas propriedades; particularmente, estudar exponenciais complexas. Definição Um número complexo z é definido como sendo o par (a,b), em que a e b são números reais, sujeito às seguintes regras algébricas: dados e Igualdade &#8211; Adição e Subtração - Multiplicação &#8211; Divisão &#8211; As [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=32&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Discutir alguns aspectos sobre as representações de números complexos e suas propriedades; particularmente, estudar exponenciais complexas.</p>
<h2><span style="color:#000080;"><strong><span>Definição</span></strong></span></h2>
<p>Um número complexo z é definido como sendo o par (a,b), em que a e b são números reais,</p>
<p style="text-align:center;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z+%3D+%28a%2Cb%29+%5C%2C+%2C+%5C%2C+a%2Cb+%5Cin+%5CRe+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z = (a,b) &#92;, , &#92;, a,b &#92;in &#92;Re ' title='z = (a,b) &#92;, , &#92;, a,b &#92;in &#92;Re ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">sujeito às seguintes regras algébricas:</p>
<p style="text-align:left;">dados <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%3D+%28a_1%2Cb_1%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_1 = (a_1,b_1) ' title='z_1 = (a_1,b_1) ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_2+%3D+%28a_2%2Cb_2%29++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_2 = (a_2,b_2)  ' title='z_2 = (a_2,b_2)  ' class='latex' /></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration:underline;">Igualdade</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%3D+z_2+%5Ciff+a_1+%3D+a_2+%5Cwedge+b_1+%3D+b_2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z_1 = z_2 &#92;iff a_1 = a_2 &#92;wedge b_1 = b_2 ' title='z_1 = z_2 &#92;iff a_1 = a_2 &#92;wedge b_1 = b_2 ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Adição</span> e <span style="text-decoration:underline;">Subtração </span>- <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%5Cpm+z_2+%3D++%28+a_1+%5Cpm+a_2+%5C%2C++%2C++%5C%2C+b_1+%5Cpm+b_2%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z_1 &#92;pm z_2 =  ( a_1 &#92;pm a_2 &#92;,  ,  &#92;, b_1 &#92;pm b_2) ' title='z_1 &#92;pm z_2 =  ( a_1 &#92;pm a_2 &#92;,  ,  &#92;, b_1 &#92;pm b_2) ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Multiplicação</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%5Ctimes+z_2+%3D++%28+a_1+a_2+-+b_1+b_2+%5C%2C++%2C++%5C%2C+a_1+b_2+%2B+b_1+a_2%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z_1 &#92;times z_2 =  ( a_1 a_2 - b_1 b_2 &#92;,  ,  &#92;, a_1 b_2 + b_1 a_2) ' title='z_1 &#92;times z_2 =  ( a_1 a_2 - b_1 b_2 &#92;,  ,  &#92;, a_1 b_2 + b_1 a_2) ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Divisão</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%5Cdiv+z_2+%3D+%5Cleft+%28++%5Cfrac+%7Ba_1+a_2+%2B+b_1+b_2%7D+%7B+a_2%5E2+%2B+b_2%5E2%7D+%5C%2C+%2C+%5C%2C+%5Cfrac+%7Bb_1+a_2+-+a_1+b_2%7D+%7B+a_2%5E2+%2B+b_2%5E2%7D%5Cright+%29++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z_1 &#92;div z_2 = &#92;left (  &#92;frac {a_1 a_2 + b_1 b_2} { a_2^2 + b_2^2} &#92;, , &#92;, &#92;frac {b_1 a_2 - a_1 b_2} { a_2^2 + b_2^2}&#92;right )  ' title='z_1 &#92;div z_2 = &#92;left (  &#92;frac {a_1 a_2 + b_1 b_2} { a_2^2 + b_2^2} &#92;, , &#92;, &#92;frac {b_1 a_2 - a_1 b_2} { a_2^2 + b_2^2}&#92;right )  ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>As operações  acima possuem as mesmas propriedades das respectivas operações definidas para os números reais (comutatividade, associatividade e distributividade),  definindo-se:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration:underline;">Elemento neutro da adiçã</span>o &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=0+%3D+%280+%5C%2C+%2C+%5C%2C+0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='0 = (0 &#92;, , &#92;, 0) ' title='0 = (0 &#92;, , &#92;, 0) ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Elemento neutro da multiplicação</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=1+%3D+%281+%5C%2C+%2C+%5C%2C+0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='1 = (1 &#92;, , &#92;, 0) ' title='1 = (1 &#92;, , &#92;, 0) ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>Adicionalmente, define-se a chamada <span style="text-decoration:underline;"><em>unidade imaginária</em></span> como sendo  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i+%3D+%280+%5C%2C+%2C+%5C%2C+1%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i = (0 &#92;, , &#92;, 1) ' title='i = (0 &#92;, , &#92;, 1) ' class='latex' /></p>
<p>A unidade imaginária tem as seguintes propriedades operatórias:</p>
<ul>
<li>propriedade 1 &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i+%5E2+%3D+%280%2C1%29+%5Ccdot+%280%2C1%29+%3D+%28-1+%5C%2C+%2C+%5C%2C+0%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='i ^2 = (0,1) &#92;cdot (0,1) = (-1 &#92;, , &#92;, 0) ' title='i ^2 = (0,1) &#92;cdot (0,1) = (-1 &#92;, , &#92;, 0) ' class='latex' /></li>
<li>propriedade 2 &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cfrac+%7B1%7D%7Bi%7D+%3D+%281%2C0%29+%5Cdiv+%280%2C1%29+%3D+-+i+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;frac {1}{i} = (1,0) &#92;div (0,1) = - i ' title='&#92;frac {1}{i} = (1,0) &#92;div (0,1) = - i ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>O número <span style="color:#333399;"><em>z = (a,b)</em></span> assim definido é denominado de <em>complexo</em>, por ser formado por mais de uma componente numérica, sendo suas componentes <strong>a</strong> e <strong>b</strong> denominadas respecivamente de <span style="text-decoration:underline;">parte real</span> e <span style="text-decoration:underline;">parte imaginária</span> e escreve-se</p>
<p style="text-align:center;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CRe+%5C%7B+z+%5C%7D+%3D+a+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;Re &#92;{ z &#92;} = a ' title='&#92;Re &#92;{ z &#92;} = a ' class='latex' />   <span style="color:#ffffff;">e</span>e<span style="color:#ffffff;">e</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CIm+%5C%7B+z+%5C%7D+%3D+b+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;Im &#92;{ z &#92;} = b ' title='&#92;Im &#92;{ z &#92;} = b ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Número complexo conjugado</strong></p>
<p style="text-align:left;">Define-se o conjugado do número complexo z = (a,b) como sendo o número <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z%5E%2A+%3D+%28a+%5C%2C+%2C+%5C%2C+-b%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z^* = (a &#92;, , &#92;, -b) ' title='z^* = (a &#92;, , &#92;, -b) ' class='latex' />.</p>
<ul>
<li>propriedade do conjugado &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z+%5Ccdot+z%5E%2A+%3D++a%5E2+%2B+b%5E2+%3D+%5Cmid+z+%5Cmid+%5E2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=0' alt='z &#92;cdot z^* =  a^2 + b^2 = &#92;mid z &#92;mid ^2 ' title='z &#92;cdot z^* =  a^2 + b^2 = &#92;mid z &#92;mid ^2 ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>A grandeza <strong>|z|</strong> denomina-se o <span style="text-decoration:underline;">módulo</span> do número complexo z.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:left;">
<h2><span style="color:#000080;"><strong><span><strong><span>Representação Geométrica</span></strong></span></strong></span></h2>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Coordenadas cartesianas</strong></p>
<p>O número complexo <strong><span style="color:#800000;">z = (a,b)</span></strong> é representado em coordenadas cartesianas por <span style="color:#800000;"><strong>z = a + <em>i</em> b</strong></span> .</p>
<p>A figura 1 apresenta uma representação gráfica de z. O sistema de coordenadas cartesianas representa a parte real  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CRe+%5C%7Bz%5C%7D+%3Da+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;Re &#92;{z&#92;} =a ' title='&#92;Re &#92;{z&#92;} =a ' class='latex' /> no eixo das abcissas e a parte imaginária  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CIm+%5C%7Bz%5C%7D+%3Da+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;Im &#92;{z&#92;} =a ' title='&#92;Im &#92;{z&#92;} =a ' class='latex' /> no eixo das ordenadas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-34" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/complex_number.jpg?w=355&#038;h=276" alt="complex number" width="355" height="276" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1 &#8211; Representação geométrica de um número complexo</p>
<p style="text-align:left;">O número complexo é representado graficamente como o vetor de coordenadas <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cleft+%5B++%5C%2C+%5CRe+%5C%7B+z+%5C%7D++%5C%2C++%2C++%5C%2C++%5CIm++%5C%7B+z+%5C%7D+%5C%2C+%5Cright+%5D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;left [  &#92;, &#92;Re &#92;{ z &#92;}  &#92;,  ,  &#92;,  &#92;Im  &#92;{ z &#92;} &#92;, &#92;right ] ' title='&#92;left [  &#92;, &#92;Re &#92;{ z &#92;}  &#92;,  ,  &#92;,  &#92;Im  &#92;{ z &#92;} &#92;, &#92;right ] ' class='latex' /> . Os versores dos eixos coordenados são, respectivamente (1,0) para o eixo real e (0,1) para o eixo imaginário. Neste caso (0,1) é interpretado como a unidade imaginária também. O plano cartesiano assim construído é denominado de <span style="text-decoration:underline;">plano complexo</span> ou <span style="text-decoration:underline;">plano de Argand &#8211; Gauss</span>.</p>
<p style="text-align:left;">Potências de i</p>
<p style="text-align:left;">Na notação cartesiana, temos:</p>
<ul>
<li><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%280%2C1%29+%3D+i+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='(0,1) = i ' title='(0,1) = i ' class='latex' /></li>
<li><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i%5E2+%3D+%280%2C-1%29+%3D+-1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i^2 = (0,-1) = -1 ' title='i^2 = (0,-1) = -1 ' class='latex' /></li>
<li><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i%5E3+%3D+i+%5Ccdot+i%5E2+%3D+-i+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i^3 = i &#92;cdot i^2 = -i ' title='i^3 = i &#92;cdot i^2 = -i ' class='latex' /></li>
<li><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i%5E4+%3D+i%5E2+%5Ccdot+i%5E2+%3D+-1+%5Ctimes+-1+%3D+1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i^4 = i^2 &#92;cdot i^2 = -1 &#92;times -1 = 1 ' title='i^4 = i^2 &#92;cdot i^2 = -1 &#92;times -1 = 1 ' class='latex' /></li>
<li><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i%5E5+%3D+i%5E4+%5Ccdot+i+%3D+1+%5Ctimes+i+%3D+i+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i^5 = i^4 &#92;cdot i = 1 &#92;times i = i ' title='i^5 = i^4 &#92;cdot i = 1 &#92;times i = i ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>e assim por diante. Definindo-se <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i%5E0+%3D+1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i^0 = 1 ' title='i^0 = 1 ' class='latex' /> e considerando-se os resultados acima, observa-se  repetição periódica do padrão <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5C%7B+1+%2C+i+%2C+-1+%2C+-i+%5C%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;{ 1 , i , -1 , -i &#92;} ' title='&#92;{ 1 , i , -1 , -i &#92;} ' class='latex' />  na forma de uma série tal que</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i%5E%7B2k%7D+%3D+%28-1%29%5Ek+%5C%3B+%2C+%5Cquad++i%5E%7B2k%2B1%7D+%3D+%28-1%29%5Ek+%5Ccdot+i+%5C%3B+%2C+%5Cquad+k+%5Cin+%7B%5Ccal+N%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='i^{2k} = (-1)^k &#92;; , &#92;quad  i^{2k+1} = (-1)^k &#92;cdot i &#92;; , &#92;quad k &#92;in {&#92;cal N} ' title='i^{2k} = (-1)^k &#92;; , &#92;quad  i^{2k+1} = (-1)^k &#92;cdot i &#92;; , &#92;quad k &#92;in {&#92;cal N} ' class='latex' /></p>
<p>A tabela abaixo exibe alguns exemplos de valores dessa série.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span><img class="aligncenter size-full wp-image-39" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/imaginary_powers.jpg?w=496&#038;h=214" alt="powers of imaginary unit" width="496" height="214" /></p>
<p style="text-align:center;">Tabela 1 &#8211; Potências da unidade imaginária</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Coordenadas Polares</strong></p>
<p style="text-align:left;">O número complexo <strong>z = a + i b</strong> na forma cartesiana, pode também ser representado na forma polar, dada por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z+%3D+%5Cmid+z+%5Cmid+%5Cangle+%5Ctheta+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z = &#92;mid z &#92;mid &#92;angle &#92;theta ' title='z = &#92;mid z &#92;mid &#92;angle &#92;theta ' class='latex' /> . A coordenada <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cmid+z+%5Cmid+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;mid z &#92;mid ' title='&#92;mid z &#92;mid ' class='latex' /> é dita o <span style="text-decoration:underline;">módulo </span>de <strong>z</strong> e a coordenada <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Ctheta+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;theta ' title='&#92;theta ' class='latex' /> é dita <span style="text-decoration:underline;">argumento </span>ou <span style="text-decoration:underline;">fase </span>de <strong>z</strong>.</p>
<p style="text-align:left;">Valem as seguintes relações:</p>
<ul>
<li>transformação cartesiana -&gt; polar:  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cmid+z+%5Cmid+%3D+%5Csqrt%7Ba%5E2+%2B+b%5E2%7D+%5Cquad+%5Ctheta+%3D+%5Ctan%5E%7B-1%7D+%5Cleft+%28+%5Cfrac%7Bb%7D%7Ba%7D+%5Cright+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;mid z &#92;mid = &#92;sqrt{a^2 + b^2} &#92;quad &#92;theta = &#92;tan^{-1} &#92;left ( &#92;frac{b}{a} &#92;right ) ' title='&#92;mid z &#92;mid = &#92;sqrt{a^2 + b^2} &#92;quad &#92;theta = &#92;tan^{-1} &#92;left ( &#92;frac{b}{a} &#92;right ) ' class='latex' /></li>
<li>transformação polar -&gt; cartesiana:  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=a+%3D+%5Cmid+z+%5Cmid+%5Ccos%7B%5Ctheta%7D+%5Cquad+b+%3D+%5Cmid+z+%5Cmid+%5Csin%7B%5Ctheta%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='a = &#92;mid z &#92;mid &#92;cos{&#92;theta} &#92;quad b = &#92;mid z &#92;mid &#92;sin{&#92;theta} ' title='a = &#92;mid z &#92;mid &#92;cos{&#92;theta} &#92;quad b = &#92;mid z &#92;mid &#92;sin{&#92;theta} ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>A igualdade entre dois números complexos pode agora ser escrita como:</p>
<p>Dados <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%3D+%5Cmid+z_1+%5Cmid+%5Cangle+%5Ctheta_1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_1 = &#92;mid z_1 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_1 ' title='z_1 = &#92;mid z_1 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_1 ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_2+%3D+%5Cmid+z_2+%5Cmid+%5Cangle+%5Ctheta_2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_2 = &#92;mid z_2 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_2 ' title='z_2 = &#92;mid z_2 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_2 ' class='latex' />  tem-se <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%3D+z_2+%5Ciff+%5Cmid+z_1+%5Cmid+%5C+%3D++%5Cmid++z_2++%5Cmid++%5C%2C+%5Cwedge++%5C%2C+%5Ctheta_1+%3D+%5Ctheta_2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_1 = z_2 &#92;iff &#92;mid z_1 &#92;mid &#92; =  &#92;mid  z_2  &#92;mid  &#92;, &#92;wedge  &#92;, &#92;theta_1 = &#92;theta_2 ' title='z_1 = z_2 &#92;iff &#92;mid z_1 &#92;mid &#92; =  &#92;mid  z_2  &#92;mid  &#92;, &#92;wedge  &#92;, &#92;theta_1 = &#92;theta_2 ' class='latex' /> .</p>
<p>As operações de multiplicação, divisão, potenciação e radiciação são expressas de maneira mais simples em coordenadas polares:</p>
<p>dados <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%3D+%5Cmid+z_1+%5Cmid+%5Cangle+%5Ctheta_1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_1 = &#92;mid z_1 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_1 ' title='z_1 = &#92;mid z_1 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_1 ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_2+%3D++%5Cmid+z_2+%5Cmid+%5Cangle+%5Ctheta_2++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_2 =  &#92;mid z_2 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_2  ' title='z_2 =  &#92;mid z_2 &#92;mid &#92;angle &#92;theta_2  ' class='latex' /></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration:underline;">Multiplicação</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%5Ctimes+z_2+%3D++%5Cmid+z_1+%5Cmid+%5Ccdot+%5Cmid+z_2+%5Cmid+%5Cangle+%28+%5Ctheta_1+%2B+%5Ctheta_2+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z_1 &#92;times z_2 =  &#92;mid z_1 &#92;mid &#92;cdot &#92;mid z_2 &#92;mid &#92;angle ( &#92;theta_1 + &#92;theta_2 ) ' title='z_1 &#92;times z_2 =  &#92;mid z_1 &#92;mid &#92;cdot &#92;mid z_2 &#92;mid &#92;angle ( &#92;theta_1 + &#92;theta_2 ) ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Divisão</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_1+%5Cdiv+z_2+%3D+%5Cfrac+%7B%5Cmid+z_1+%5Cmid%7D+%7B+%5Cmid+z_2+%5Cmid%7D+%5C%2C+%5Cangle+%28+%5Ctheta_1+-+%5Ctheta_2+%29+++++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='z_1 &#92;div z_2 = &#92;frac {&#92;mid z_1 &#92;mid} { &#92;mid z_2 &#92;mid} &#92;, &#92;angle ( &#92;theta_1 - &#92;theta_2 )     ' title='z_1 &#92;div z_2 = &#92;frac {&#92;mid z_1 &#92;mid} { &#92;mid z_2 &#92;mid} &#92;, &#92;angle ( &#92;theta_1 - &#92;theta_2 )     ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Potenciação</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z%5En+%3D++%5Cmid+z+%5Cmid+%5En++%5Cangle+%28+n+%5Ctheta+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z^n =  &#92;mid z &#92;mid ^n  &#92;angle ( n &#92;theta ) ' title='z^n =  &#92;mid z &#92;mid ^n  &#92;angle ( n &#92;theta ) ' class='latex' /></li>
<li><span style="text-decoration:underline;">Radiciação</span> &#8211; <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csqrt%5Bn%5D%7Bz%7D+%3D++%5Csqrt%5Bn%5D%7B+%5Cmid+z+%5Cmid+%7D++%5Cangle+%28+%5Cfrac%7B%5Ctheta+%2B+2k%5Cpi%7D%7Bn%7D+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;sqrt[n]{z} =  &#92;sqrt[n]{ &#92;mid z &#92;mid }  &#92;angle ( &#92;frac{&#92;theta + 2k&#92;pi}{n} ) ' title='&#92;sqrt[n]{z} =  &#92;sqrt[n]{ &#92;mid z &#92;mid }  &#92;angle ( &#92;frac{&#92;theta + 2k&#92;pi}{n} ) ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>A operação de adição de dois números complexos é representada graficamente pela adição vetorial dos dois vetores representativos dos números complexos somados, conforme mostrado na figura 2.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-37" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/complex_sum_dif.jpg?w=500&#038;h=211" alt="complex adition and subtraction" width="500" height="211" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2 &#8211; Adição e subtração dos números complexos z1 e z2</p>
<p style="text-align:left;">A multiplicação e a divisão também podem ser apresentadas como operações gráficas entre vetores (segmentos orientados) no  plano complexo. Entretanto, são construções de interesse mais específico e as deixaremos de lado neste momento. Vamos apresentar dois casos particulares dessas construções, que são a multiplicação e divisão pela unidade imaginária  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i+%3D+%280%2C1%29+%3D+1+%5Cangle+90%5Eo+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i = (0,1) = 1 &#92;angle 90^o ' title='i = (0,1) = 1 &#92;angle 90^o ' class='latex' />.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-38" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/rot-90.jpg?w=500&#038;h=329" alt="complex rotation" width="500" height="329" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 3 &#8211; Multiplicação e divisão pela unidade imaginária <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i+%3D++1+%5Cangle+90%5Eo+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='i =  1 &#92;angle 90^o ' title='i =  1 &#92;angle 90^o ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">A divisão pela unidade imaginária também pode ser entendida como multiplicação por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=-i+%3D+%280%2C-1%29+%3D+1+%5Cangle+-90%5Eo+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='-i = (0,-1) = 1 &#92;angle -90^o ' title='-i = (0,-1) = 1 &#92;angle -90^o ' class='latex' /> , uma vez que</p>
<p style="text-align:center;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cfrac%7Bz%7D%7Bi%7D+%3D+z+%5Ctimes+%5Cfrac%7B1%7D%7Bi%7D+%3D+z+%5Ctimes+%5Cfrac%7B1+%5Cangle+0%7D%7B1+%5Cangle+90%7D+%3D+z+%5Ctimes+1%5Cangle+-90+%3D+z+%5Ctimes+%28-i%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=0' alt='&#92;frac{z}{i} = z &#92;times &#92;frac{1}{i} = z &#92;times &#92;frac{1 &#92;angle 0}{1 &#92;angle 90} = z &#92;times 1&#92;angle -90 = z &#92;times (-i) ' title='&#92;frac{z}{i} = z &#92;times &#92;frac{1}{i} = z &#92;times &#92;frac{1 &#92;angle 0}{1 &#92;angle 90} = z &#92;times 1&#92;angle -90 = z &#92;times (-i) ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">Note-se, conforme ilustrado na figura 3, que multiplicar um número complexo por <em><strong>i</strong></em> equivale a girar esse número de 90 graus,  sem alterar seu módulo. Da mesma forma, multiplicar <strong>z</strong> por <em><strong>-i</strong></em> equivale a girar <strong>z</strong> de -90 graus.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><span style="color:#000080;"><strong><span><strong><span>Fórmulas e notação de Euler</span></strong></span></strong></span></h2>
<p>Os números complexos podem ainda ser apresentados em uma outra forma bastante útil, decorrente da fórmula de Euler.  Se expandirmos a função exponencial  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=e%5Ex+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='e^x ' title='e^x ' class='latex' />  em série de Mac Laurin (ou série de Taylor na origem) e fizermos a substituição <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=x+%3D+i+%5Ctheta+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='x = i &#92;theta ' title='x = i &#92;theta ' class='latex' /> , obteremos:</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/complex_dif.jpg"> </a></p>
<p style="text-align:left;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=e%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+%3D+1+%2B+%28+i+%5Ctheta+%29+%2B+%5Cfrac%7B+%28+i+%5Ctheta+%29%5E2%7D%7B2%21%7D+%2B+%5Cfrac%7B+%28+i+%5Ctheta+%29%5E3%7D%7B3%21%7D+%2B+%5Cdots+%5C%3B+%3D+%5C%3B+%5Csum+%5Climits_%7Bk%3D0%7D%5E%5Cinfty++%5Cfrac%7B+%28+i+%5Ctheta+%29%5Ek%7D%7Bk%21%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='e^{i &#92;theta} = 1 + ( i &#92;theta ) + &#92;frac{ ( i &#92;theta )^2}{2!} + &#92;frac{ ( i &#92;theta )^3}{3!} + &#92;dots &#92;; = &#92;; &#92;sum &#92;limits_{k=0}^&#92;infty  &#92;frac{ ( i &#92;theta )^k}{k!} ' title='e^{i &#92;theta} = 1 + ( i &#92;theta ) + &#92;frac{ ( i &#92;theta )^2}{2!} + &#92;frac{ ( i &#92;theta )^3}{3!} + &#92;dots &#92;; = &#92;; &#92;sum &#92;limits_{k=0}^&#92;infty  &#92;frac{ ( i &#92;theta )^k}{k!} ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">Podemos reagrupar os termos dessa série da seguinte forma:</p>
<p style="text-align:left;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=e%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+%3D++%5Cleft+%28+1+-+%5Cfrac%7B+%5Ctheta+%5E2%7D%7B2%21%7D+%2B+%5Cfrac%7B+%5Ctheta+%5E4%7D%7B4%21%7D+%2B+%5Cdots+%5Cright+%29+%2B+i+%5Cleft+%28+++%5Ctheta++-+%5Cfrac%7B++%5Ctheta+%5E3%7D%7B3%21%7D+%2B+%5Cfrac%7B+%5Ctheta+%5E5%7D%7B5%21%7D+%2B+%5Cdots+%5Cright+%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='e^{i &#92;theta} =  &#92;left ( 1 - &#92;frac{ &#92;theta ^2}{2!} + &#92;frac{ &#92;theta ^4}{4!} + &#92;dots &#92;right ) + i &#92;left (   &#92;theta  - &#92;frac{  &#92;theta ^3}{3!} + &#92;frac{ &#92;theta ^5}{5!} + &#92;dots &#92;right ) ' title='e^{i &#92;theta} =  &#92;left ( 1 - &#92;frac{ &#92;theta ^2}{2!} + &#92;frac{ &#92;theta ^4}{4!} + &#92;dots &#92;right ) + i &#92;left (   &#92;theta  - &#92;frac{  &#92;theta ^3}{3!} + &#92;frac{ &#92;theta ^5}{5!} + &#92;dots &#92;right ) ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">Nessa decomposição consideramos as potências de <strong><em>i</em></strong> , tal como mostradas na tabela 1 acima. Resulta, então:</p>
<p style="text-align:left;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=e%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+%3D+%5Csum+%5Climits_%7Bk%3D0%7D%5E%5Cinfty++%5Cfrac%7B+%28+%5Ctheta+%29%5E%7B2k%7D%7D+%7B%282k%29%21%7D++%2B+i+%5Ccdot+%5Csum+%5Climits_%7Bk%3D0%7D%5E%5Cinfty++%5Cfrac%7B+%28+%5Ctheta+%29%5E%7B2k%2B1%7D%7D+%7B%282k%2B1%29%21%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='e^{i &#92;theta} = &#92;sum &#92;limits_{k=0}^&#92;infty  &#92;frac{ ( &#92;theta )^{2k}} {(2k)!}  + i &#92;cdot &#92;sum &#92;limits_{k=0}^&#92;infty  &#92;frac{ ( &#92;theta )^{2k+1}} {(2k+1)!} ' title='e^{i &#92;theta} = &#92;sum &#92;limits_{k=0}^&#92;infty  &#92;frac{ ( &#92;theta )^{2k}} {(2k)!}  + i &#92;cdot &#92;sum &#92;limits_{k=0}^&#92;infty  &#92;frac{ ( &#92;theta )^{2k+1}} {(2k+1)!} ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">Podemos identificar o primeiro somatório como sendo a expansão em série de Mac Laurin do <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Ccos%7B%5Ctheta%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;cos{&#92;theta} ' title='&#92;cos{&#92;theta} ' class='latex' /> e o segundo somatório como sendo a expansão em série de Mac Laurin do <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csin%7B%5Ctheta%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='&#92;sin{&#92;theta} ' title='&#92;sin{&#92;theta} ' class='latex' /> .</p>
<p style="text-align:left;">O resultado assim obtido denomina-se fórmula de Euler, expressa como:</p>
<p style="text-align:left;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=e%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+%3D+%5Ccos%7B+%5Ctheta%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B+%5Ctheta%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='e^{i &#92;theta} = &#92;cos{ &#92;theta} + i &#92;cdot &#92;sin{ &#92;theta} ' title='e^{i &#92;theta} = &#92;cos{ &#92;theta} + i &#92;cdot &#92;sin{ &#92;theta} ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">Pode-se utlizar essa expressão para demonstrar as seguintes relações de Euler:</p>
<p style="text-align:left;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Ccos%7B%5Ctheta%7D+%3D+%5Cfrac%7Be%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+%2B+e%5E%7B-+i+%5Ctheta%7D%7D%7B2%7D++%5Cquad+%2C+%5Cquad+%5Csin%7B%5Ctheta%7D+%3D+%5Cfrac%7Be%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+-+e%5E%7B-+i+%5Ctheta%7D%7D%7B2+i%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=2' alt='&#92;cos{&#92;theta} = &#92;frac{e^{i &#92;theta} + e^{- i &#92;theta}}{2}  &#92;quad , &#92;quad &#92;sin{&#92;theta} = &#92;frac{e^{i &#92;theta} - e^{- i &#92;theta}}{2 i} ' title='&#92;cos{&#92;theta} = &#92;frac{e^{i &#92;theta} + e^{- i &#92;theta}}{2}  &#92;quad , &#92;quad &#92;sin{&#92;theta} = &#92;frac{e^{i &#92;theta} - e^{- i &#92;theta}}{2 i} ' class='latex' /></p>
<p style="text-align:left;">Essas expressões podem ser também verificadas graficamente, no plano de Argand, como ilustrado na figura4 a seguir. Na figura 4, chamamos <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Czeta+%3D+e%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=0' alt='&#92;zeta = e^{i &#92;theta} ' title='&#92;zeta = e^{i &#92;theta} ' class='latex' /> , sendo o seu conjugado <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Czeta%5E%2A+%3D+e%5E%7B-+i+%5Ctheta%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=0' alt='&#92;zeta^* = e^{- i &#92;theta} ' title='&#92;zeta^* = e^{- i &#92;theta} ' class='latex' /> , portanto. Verifica-se graficamente, na fig.4, que</p>
<p style="text-align:left;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Czeta+%2B+%5Czeta%5E%2A+%3D+2+%5Ccdot+%5Ccos+%5Ctheta+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=1' alt='&#92;zeta + &#92;zeta^* = 2 &#92;cdot &#92;cos &#92;theta ' title='&#92;zeta + &#92;zeta^* = 2 &#92;cdot &#92;cos &#92;theta ' class='latex' /> <span style="color:#ffffff;">&#8230;&#8230;</span> e <span style="color:#ffffff;">&#8230;..</span> <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Czeta+-+%5Czeta%5E%2A+%3D+2+i+%5Ccdot+%5Csin+%5Ctheta+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=1' alt='&#92;zeta - &#92;zeta^* = 2 i &#92;cdot &#92;sin &#92;theta ' title='&#92;zeta - &#92;zeta^* = 2 i &#92;cdot &#92;sin &#92;theta ' class='latex' /> <span style="color:#ffffff;">&#8230;</span> , <span style="color:#ffffff;">&#8230;</span>demonstrando, assim, as relações de Euler.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-40" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/euler-relations.jpg?w=500&#038;h=196" alt="relations of Euler" width="500" height="196" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 4 &#8211; Relações de Euler para o co-seno e o seno</p>
<p style="text-align:left;">Note que, no plano de Argand os vetores alinhados de modo estritamente vertical são escritos como <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=i+%5Ccdot+%7Cz%7C+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='i &#92;cdot |z| ' title='i &#92;cdot |z| ' class='latex' /> .</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h2><span style="color:#000080;"><strong><span><strong><span>Raízes da unidade</span></strong></span></strong></span></h2>
<p>A potenciação no corpo complexo pode ser deduzida utilizando-se a definição da multiplicação em coordenadas polares e aplicando-se a mesma diversas vezes, provando-se por indução finita o resultado já apresentado : <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z%5En+%3D++%5Cmid+z+%5Cmid+%5En+%5Ccdot+e%5E%7B+%28+n+%5Ctheta+%29%7D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z^n =  &#92;mid z &#92;mid ^n &#92;cdot e^{ ( n &#92;theta )}  ' title='z^n =  &#92;mid z &#92;mid ^n &#92;cdot e^{ ( n &#92;theta )}  ' class='latex' /> .</p>
<p>Particularizando para o caso em que z = 1,</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=1%5En+%3D++++e%5E%7B+%28+n+%5Ctheta+%29%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='1^n =    e^{ ( n &#92;theta )} ' title='1^n =    e^{ ( n &#92;theta )} ' class='latex' /></p>
<p>obtem-se a chamada <strong><span style="text-decoration:underline;">fórmula de Moivre</span></strong>:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%28%5Ccos%7B%5Ctheta%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B%5Ctheta%7D%29%5En+%3D+%5Ccos%7B%28+n+%5Ctheta%29%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B%28n+%5Ctheta%29%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='(&#92;cos{&#92;theta} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;theta})^n = &#92;cos{( n &#92;theta)} + i &#92;cdot &#92;sin{(n &#92;theta)} ' title='(&#92;cos{&#92;theta} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;theta})^n = &#92;cos{( n &#92;theta)} + i &#92;cdot &#92;sin{(n &#92;theta)} ' class='latex' /></p>
<p>Para obter-se a expressão da radiciação deve-se resolver <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csqrt%5Bn%5D%7Bz%7D+%3D+z_0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;sqrt[n]{z} = z_0 ' title='&#92;sqrt[n]{z} = z_0 ' class='latex' /> , ou seja, considerando-se <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z+%3D+r+e%5E%7B+i+%5Ctheta+%7D&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z = r e^{ i &#92;theta }' title='z = r e^{ i &#92;theta }' class='latex' />   e  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z_0+%3D+r_0+e%5E%7Bi+%5Ctheta_0%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='z_0 = r_0 e^{i &#92;theta_0} ' title='z_0 = r_0 e^{i &#92;theta_0} ' class='latex' /> , tem-se:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=z+%3D+z_0%5En+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='z = z_0^n ' title='z = z_0^n ' class='latex' /> e, portanto</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r+%5Ccdot+e%5E%7Bi+%5Ctheta%7D+%3D++r_0%5En+%5Ccdot++e%5E%7Bi+n+%5Ctheta_0%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='r &#92;cdot e^{i &#92;theta} =  r_0^n &#92;cdot  e^{i n &#92;theta_0} ' title='r &#92;cdot e^{i &#92;theta} =  r_0^n &#92;cdot  e^{i n &#92;theta_0} ' class='latex' /></p>
<p>Dois números complexos são iguais se forem iguais seus módulos e suas fases, respectivamente. Logo:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r+%3D+r_0%5En+%5Clongrightarrow+r_0+%3D+%5Csqrt%5Bn%5D%7Br%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='r = r_0^n &#92;longrightarrow r_0 = &#92;sqrt[n]{r} ' title='r = r_0^n &#92;longrightarrow r_0 = &#92;sqrt[n]{r} ' class='latex' /> .</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Ccos%7B%28n+%5Ctheta_0%29%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B%28n+%5Ctheta_0%29%7D+%3D+%5Ccos%7B%5Ctheta%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B%5Ctheta%7D+%5Crightarrow+%5Cbegin%7Bcases%7D++%5Ccos%7B%28n+%5Ctheta_0%29%7D+%3D+%5Ccos%7B%5Ctheta%7D+%5C%5C+%5Csin%7B%28n%5Ctheta_0%29%7D+%3D+%5Csin%7B%5Ctheta%7D+%5Cend%7Bcases%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='&#92;cos{(n &#92;theta_0)} + i &#92;cdot &#92;sin{(n &#92;theta_0)} = &#92;cos{&#92;theta} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;theta} &#92;rightarrow &#92;begin{cases}  &#92;cos{(n &#92;theta_0)} = &#92;cos{&#92;theta} &#92;&#92; &#92;sin{(n&#92;theta_0)} = &#92;sin{&#92;theta} &#92;end{cases} ' title='&#92;cos{(n &#92;theta_0)} + i &#92;cdot &#92;sin{(n &#92;theta_0)} = &#92;cos{&#92;theta} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;theta} &#92;rightarrow &#92;begin{cases}  &#92;cos{(n &#92;theta_0)} = &#92;cos{&#92;theta} &#92;&#92; &#92;sin{(n&#92;theta_0)} = &#92;sin{&#92;theta} &#92;end{cases} ' class='latex' /></p>
<p>e, consequentemente, <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Ctheta_0+%3D+%5Cfrac%7B%5Ctheta+%2B+2+k+%5Cpi%7D%7Bn%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;theta_0 = &#92;frac{&#92;theta + 2 k &#92;pi}{n} ' title='&#92;theta_0 = &#92;frac{&#92;theta + 2 k &#92;pi}{n} ' class='latex' /> .</p>
<p>No caso das raízes da unidade, tem-se: <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=1+%3D+1+%2B+i+%5Ccdot+0+%3D+1+%5Cangle+0+%3D+1+%5Ccdot+e%5E%7Bi+0%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='1 = 1 + i &#92;cdot 0 = 1 &#92;angle 0 = 1 &#92;cdot e^{i 0} ' title='1 = 1 + i &#92;cdot 0 = 1 &#92;angle 0 = 1 &#92;cdot e^{i 0} ' class='latex' /> e, portanto:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csqrt%5Bn%5D%7B1%7D+%3D+%5Ccos%7B%5Cfrac%7B2+k+%5Cpi%7D%7Bn%7D%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B%5Cfrac%7B2+k+%5Cpi%7D%7Bn%7D%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;sqrt[n]{1} = &#92;cos{&#92;frac{2 k &#92;pi}{n}} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;frac{2 k &#92;pi}{n}} ' title='&#92;sqrt[n]{1} = &#92;cos{&#92;frac{2 k &#92;pi}{n}} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;frac{2 k &#92;pi}{n}} ' class='latex' /></p>
<p>Portanto, extraindo-se a raiz n-ésima, obtem-se n raizes da unidade. Usualmente denota-se por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=w+&amp;bg=ffffff&amp;fg=0055aa&amp;s=-1' alt='w ' title='w ' class='latex' /> a raiz para k=1. Empregando-se a fórmula de Moivre, conclui-se que para um <em>k</em> genérico, <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=0+%5Cleq+k+%5Cleq+n-1+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='0 &#92;leq k &#92;leq n-1 ' title='0 &#92;leq k &#92;leq n-1 ' class='latex' />  a raiz pode ser escrita em termos de w como <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=w%5Ek+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='w^k ' title='w^k ' class='latex' /> .</p>
<p>Isto é,  as raízes <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Csqrt%5Bn%5D%7B1%7D++&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='&#92;sqrt[n]{1}  ' title='&#92;sqrt[n]{1}  ' class='latex' /> serão <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=1+%2C+%5C%2C+w+%2C+%5C%2C+w%5E2+%2C++%5C%2C+w%5E3+%2C+%5Cdots+%2C+w%5E%7Bn-1%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=-1' alt='1 , &#92;, w , &#92;, w^2 ,  &#92;, w^3 , &#92;dots , w^{n-1} ' title='1 , &#92;, w , &#92;, w^2 ,  &#92;, w^3 , &#92;dots , w^{n-1} ' class='latex' /> ,</p>
<p>sendo  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=w+%3D+%5Ccos%7B%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7Bn%7D%7D+%2B+i+%5Ccdot+%5Csin%7B%5Cfrac%7B2+%5Cpi%7D%7Bn%7D%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=aa0000&amp;s=1' alt='w = &#92;cos{&#92;frac{2 &#92;pi}{n}} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;frac{2 &#92;pi}{n}} ' title='w = &#92;cos{&#92;frac{2 &#92;pi}{n}} + i &#92;cdot &#92;sin{&#92;frac{2 &#92;pi}{n}} ' class='latex' />.</p>
<p>No plano de Argand, as raízes n-ésimas da unidade distribuem-se sobre o círculo initério (centrado na origem), correspondendo aos vértices de um polígono regular de n lados inscrito no círculo, conforme ilustrado na figura 5 abaixo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-41" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/roots_unity.jpg?w=500&#038;h=230" alt="roots of unity" width="500" height="230" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 5 &#8211; Raízes da unidade, para n=4 e n=6, respectivamente.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/32/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/32/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/32/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=32&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/06/05/numeros-complexos-e-exponenciais-complexas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/complex_number.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">complex number</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/imaginary_powers.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">powers of imaginary unit</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/complex_sum_dif.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">complex adition and subtraction</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/rot-90.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">complex rotation</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/euler-relations.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">relations of Euler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/06/roots_unity.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">roots of unity</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Henrique Schützer Del Nero</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/05/10/henrique-schutzer-del-nero/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/05/10/henrique-schutzer-del-nero/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 12:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obituário]]></category>
		<category><![CDATA[Obituary]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[Faleceu ontem, 9 de maio, pela manhã, em sua residência, o carissimo prof.Dr. Henrique Del Nero. Ele foi nosso colega e amigo no grupo denominado Cognitio, o qual fundou e liderou durante mais de uma década. Henrique era médico psiquiatra formado pela Universidade de São Paulo e bacharel e mestre em filosofia, também pela USP. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=31&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faleceu ontem, 9 de maio, pela manhã, em sua residência, o carissimo prof.Dr. <a title="CV Del Nero" href="http://www.lsi.usp.br/~hdelnero/vitae2.html" target="_blank">Henrique Del Nero</a>. Ele foi nosso colega e amigo no grupo denominado <a title="Cognitio" href="http://www.cognitio.usp.br/" target="_blank">Cognitio</a>, o qual fundou e liderou durante mais de uma década. Henrique era médico psiquiatra formado pela Universidade de São Paulo e bacharel e mestre em filosofia, também pela USP. Sua especialização em psiquiatria, atividade que exerceu amplamente até seu falecimento, foi realizada no Hospital das Clínicas da FMUSP. Era profundamente interessado pelo entendimento do funcionamento da mente humana e, em sua trajetória para desenvolver seus próprios modelos e explicações, tornou-se um pesquisador largamente multidisciplinar, coroando sua formação com o doutorado em engenharia eletrônica que realizou na Escola Politécnica da USP, obtendo seu título de doutor em 1997. Desde então tem sido professor visitante do departamento de engenharia de sistemas eletrônicos da EPUSP , onde ministrava a disciplina de Ciência Cognitiva, um dos cursos mais frequentados do programa de pós-graduação da Poli. De personalidade extrovertida e carismática, o Henrique tornou-se querido de seus alunos e colegas e sempre motivou discussões que buscava aprofundar até a exaustão, diante de sua incessante busca pelo conhecimento da mente. Em 1997 publicou seu livro <a title="Livro - Del Nero" href="http://www.lsi.usp.br/~hdelnero/Resumossitiodamente.html" target="_blank">O sítio da mente</a>, onde expõe sua visão  sobre o assunto. Publicou  <a title="artigos-HDN" href="http://www.lsi.usp.br/~hdelnero/" target="_blank">artigos</a> e proferiu várias <a title="conferencias-HDN" href="http://www.lsi.usp.br/~hdelnero/" target="_blank">conferências</a> sobre o tema no decorrer de sua atribulada vida, dividida entre o consultório, o ensino e pesquisa e sua família, pela qual sempre demonstrou um enorme afeto. Henrique caracterizou-se por ser uma pessoa eclética e que cultivava intensamente a razão e a emoção, o que tornou sua abordagem do problema cognitivo bastante atraente e lhe rendeu atrair um  círculo de interessados ao grupo que criou e liderou. O Cognitio começou como um grupo de estudos de ciência cognitiva, sediado pelo Instituto de Estudos Avançados da USP, o qual Henrique criou em 1990 e promoveu diversos encontros e reuniões semanais até seu término, em 1997, quando foi transformado no Cognitio. Em 1997, Henrique juntou-se ao corpo de pesquisas do Laboratório de Sistemas Integráveis da Poli, para onde trouxe o grupo Cognitio e desde então teve seus encontros e reuniões realizados no prédio da engenharia elétrica da Poli. Em 2003 o grupo tornou-se um Núcleo de Apoio à Pesquisa ( NAP ) da USP no tema ciência cognitiva. Ontem nos reuniamos às 16:00 horas, para planejar os próximos passos de expansão do Cognitio como NAP. Presentemente buscavamos expandir a participação de mais pesquisadores associados ao grupo. Foi com grande tristeza e consternação que recebemos a notícia do falecimento do Henrique. Será sempre saudosa a sua querida memória entre todos nós.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/31/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/31/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=31&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/05/10/henrique-schutzer-del-nero/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Lei de Ohm versus resistência incremental &#8211; II</title>
		<link>http://jkogler.wordpress.com/2008/04/20/lei-de-ohm-versus-resistencia-incremental-ii/</link>
		<comments>http://jkogler.wordpress.com/2008/04/20/lei-de-ohm-versus-resistencia-incremental-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 22:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Kogler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instrumentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://jkogler.wordpress.com/?p=20</guid>
		<description><![CDATA[Objetivos Comparar experimentalmente a resistência fornecida pela lei de Ohm e a resistência incremental, para um resistor não-linear (continuação da postagem anterior). Introdução Discutimos na postagem anterior os métodos de se calcular a resistência de um bipolo resistivo genérico, nomeadamente, (i) método incremental e (ii) pela razão tensão/corrente. Todavia, ali comparamos a aderência de um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=20&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Comparar experimentalmente a resistência fornecida pela lei de Ohm e a resistência incremental, para um resistor não-linear (continuação da postagem anterior).</p>
<h2><span style="color:#003366;"><strong>Introdução</strong></span></h2>
<p>Discutimos na <a title="Lei de Ohm versus R incremental" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/03/27/lei-de-ohm-versus-resistencia-incremental/" target="_blank">postagem anterior</a> os métodos de se calcular a resistência de um bipolo resistivo genérico, nomeadamente, (i) método incremental e (ii) pela razão tensão/corrente. Todavia, ali comparamos a aderência de um método ao outro e não testamos a validade da lei de Ohm para um bipolo genérico, cuja resistência tenha sido calculada pelo método incremental.</p>
<p>A <span style="text-decoration:underline;">lei de Ohm</span> afirma que a <span style="color:#800000;"><em>tensão em um resistor é diretamente proporcional à corrente que passa pelo mesmo</em></span>. Conforme mencionamos antes, isso só é verdadeiro para bipolos ditos <em>ôhmicos</em> ou <em>resistores lineares</em>.</p>
<p>A resistência elétrica de um bipolo (operando em regime DC) pode ser obtida de duas formas:</p>
<ul>
<li>Resistência pontual &#8211; divide-se a tensão pela corrente</li>
<li>Resistência incremental &#8211; divide-se os incrementos correspondentes na tensão e na corrente</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7BOhm%7D+%3D+%5Cfrac%7BV%7D%7BI%7D++%5Cquad+%7B%5Crm+e%7D+%5Cquad+R_%7Bincr%7D+%3D+%5Cfrac%7B%5CDelta+V%7D%7B%5CDelta+I%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{Ohm} = &#92;frac{V}{I}  &#92;quad {&#92;rm e} &#92;quad R_{incr} = &#92;frac{&#92;Delta V}{&#92;Delta I} ' title='R_{Ohm} = &#92;frac{V}{I}  &#92;quad {&#92;rm e} &#92;quad R_{incr} = &#92;frac{&#92;Delta V}{&#92;Delta I} ' class='latex' /></p>
<p>Aqui denotamos a resistência pontual por  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7BOhm%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{Ohm} ' title='R_{Ohm} ' class='latex' />, embora isso não deva ser interpretado como observância da lei de Ohm pelo comportamento do bipolo.  Pode ser que o bipolo seja não-ôhmico.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-21" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/resistencias.jpg?w=490" alt="Definicoes da resistencia" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1 &#8211; Definições da resistência elétrica</p>
<p style="text-align:left;">A figura 1 ilustra as definições de resistência. Os gráficos são apenas ilustrativos, não significando que uma das resistências seja sempre maior que a outra.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:left;">
<h2><span style="color:#003366;"><strong>Comparação das definições e a lei de Ohm</strong></span></h2>
<p>Considere o conjunto de dados exibidos na figura 2 abaixo, que foram  obtidos com uma lâmpada incandescente (lâmpada de filamento de tungstênio de tensão nominal 12 V e potência nominal 5 W) ensaiada com tensões de 0,5 a 9,5 V e incrementos de 0,5 V.  Calcularam-se as resistências segundo as definições dadas acima.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-23" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/tabela-grafico-vir-2.jpg?w=490" alt="Dados V I R" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Figura 2 &#8211; Tensões, correntes e resistências na lâmpada incandescente</p>
<p>Note que a resistência incremental oscila bastante, devido ao seu caráter de ser uma razão de incrementos, que aproxima a derivada da função I x V. A derivada amplia as flutuações da função, uma vez que ela exprime a taxa de variação para um dado incremento.</p>
<p>Verifiquemos agora se a lâmpada da figura 2 se comporta como um bipolo ôhmico em algum intervalo de tensões e correntes, dentro de uma tolerância de desvio de até 5%, por exemplo. Para tanto, devemos dispor de um modelo de referência. Uma das formas de se obter um modelo seria ajustar uma reta que melhor caracterize a regressão linear dos dados, segundo um critério de mínimo erro quadrático, para cada um dos dois casos acima (<img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7BOhm%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{Ohm} ' title='R_{Ohm} ' class='latex' />  e  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{incr} ' title='R_{incr} ' class='latex' />).</p>
<p>O método de regressão linear foi revisto em uma <a title="Lei de Ohm" href="http://jkogler.wordpress.com/2008/03/26/lei-de-ohm/" target="_blank">postagem anterior</a>, em que buscamos obter a reta do tipo y = ax, sendo a = estimativa da resistência. Naquela ocasião, a intenção era obter uma reta passando pela origem. Agora desejamos retas que melhor se ajustem aos segmentos &#8220;mais lineares&#8221; dos gráficos das resistências. Ou seja, desejamos retas do tipo y = ax + b, com <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=b+%5Cneq+0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='b &#92;neq 0 ' title='b &#92;neq 0 ' class='latex' />.</p>
<p>Realizando os ajustes de regressão linear de mínimos quadrados para os dados da figura 2, obtemos os seguintes resultados:</p>
<ul>
<li>Resistência pontual:  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r_%7BOhm%7D%3D2%2C4+%5Ccdot+k+%2B+11%2C2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='r_{Ohm}=2,4 &#92;cdot k + 11,2 ' title='r_{Ohm}=2,4 &#92;cdot k + 11,2 ' class='latex' /></li>
<li>Resistência incremental: <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r_%7Bincr%7D%3D3%2C9+%5Ccdot+k+%2B+22%2C2+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='r_{incr}=3,9 &#92;cdot k + 22,2 ' title='r_{incr}=3,9 &#92;cdot k + 22,2 ' class='latex' /></li>
</ul>
<p>Utilizamos a variável k nas expressões acima para indicar a variável indepdendente, porém no presente caso ela coincide com a tensão aos terminais da lâmpada, isto é , <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=V_%7BLamp%7D%28k%29+%3D+k+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='V_{Lamp}(k) = k ' title='V_{Lamp}(k) = k ' class='latex' /> , com <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=0%2C5+%5Cleq+k+%5Cleq+9%2C5+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='0,5 &#92;leq k &#92;leq 9,5 ' title='0,5 &#92;leq k &#92;leq 9,5 ' class='latex' />. A figura 3 apresenta os resultados do ajuste.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-24" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/regressoes_erros_resist.jpg?w=490" alt="Regressoes e erros das resistencias" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 3 &#8211; à esquerda, os resultados do ajuste de regressão linear e à direita os gráficos dos erros. No gráfico da direita há a indicação da cota de 5% de desvio</p>
<p>Note que a flutuação no caso da resistência incremental é bastante grande em torno da reta melhor ajustada. Os gráficos dos erros mostram os erros relativos, dados pelas expressões:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=erro_%7BOhm%7D%28k%29+%3D+%5Cfrac+%7B%5Cleft+%7C++r_%7BOhm%7D++-++R_%7BOhm%7D+%5Cright+%7C%7D+%7BR_%7BOhm%7D%7D+++%5Cquad+%7B%5Crm+e+%7D+%5Cquad+erro_%7Bincr%7D%28k%29+%3D+%5Cfrac+%7B%5Cleft+%7C++r_%7Bincr%7D++-++R_%7Bincr%7D+%5Cright+%7C%7D+%7BR_%7Bincr%7D%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=1' alt='erro_{Ohm}(k) = &#92;frac {&#92;left |  r_{Ohm}  -  R_{Ohm} &#92;right |} {R_{Ohm}}   &#92;quad {&#92;rm e } &#92;quad erro_{incr}(k) = &#92;frac {&#92;left |  r_{incr}  -  R_{incr} &#92;right |} {R_{incr}} ' title='erro_{Ohm}(k) = &#92;frac {&#92;left |  r_{Ohm}  -  R_{Ohm} &#92;right |} {R_{Ohm}}   &#92;quad {&#92;rm e } &#92;quad erro_{incr}(k) = &#92;frac {&#92;left |  r_{incr}  -  R_{incr} &#92;right |} {R_{incr}} ' class='latex' /></p>
<p>sendo que denotamos por  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r_%7Bincr%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='r_{incr} ' title='r_{incr} ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r_%7BOhm%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='r_{Ohm} ' title='r_{Ohm} ' class='latex' /> os valores das resistências obtidos das retas do ajuste linear e, por <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{incr} ' title='R_{incr} ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7BOhm%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{Ohm} ' title='R_{Ohm} ' class='latex' /> , os valores  obtidos dos cálculos das resistências incrementais e pontuais, respectivamente.</p>
<p>Na figura 3 está indicado no gráfico da direita a cota de 5% de desvio, que permite determinar o intervalo em que a lâmpada tem um comportamento ôhmico com desvio inferior a 5%. Os resultados obtidos com a resistência pontual indicam uma faixa relativamente extensa e em concordância com o que se esperaria observando-se a figura 2. Já a resistência incremental não só apresenta ero grande, como também mostra uma tendência contraditória à exibida pela resistência pontual. Veja a figura 3 à esquerda &#8211; a resistência incremental apresenta uma tendência mais linear para valores menores de V do que para valores maiores, ao passo que o contrário ocorre com a resistência pontual. Ambos problemas apontam para a instabilidade numérica do cálculo da  resistência incremental.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:left;">
<h2><span style="color:#003366;"><strong>Resistência incremental a partir de modelo</strong></span></h2>
<p>Uma forma de se obter melhores valores para a resistência incremental é ajustar um modelo polinomial aos dados da característica corrente x tensão e obter os incrementos  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CDelta+I+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;Delta I ' title='&#92;Delta I ' class='latex' /> e <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CDelta+V+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;Delta V ' title='&#92;Delta V ' class='latex' /> a partir do modelo.</p>
<p>Suponhamos que a curva I x V possa ser modelada por um polinômio do tipo  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=I+%3D+V%5Ea+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='I = V^a ' title='I = V^a ' class='latex' />. Nesse caso, tomando-se os logaritmos (de base 10, por exemplo) obteremos  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Clog%7BI%7D+%3D+a+%5Ccdot+%5Clog%7BV%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;log{I} = a &#92;cdot &#92;log{V} ' title='&#92;log{I} = a &#92;cdot &#92;log{V} ' class='latex' />.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-25" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/caracteristica_polinomial.jpg?w=490" alt="caracteristica com escalas log" /></p>
<p style="text-align:center;">figura 4</p>
<p>A figura 4 apresenta os gráficos da figura 2, porém em escalas logaritmicas (exceto o gráfico da resistência incremental, que é o que desejamos obter a partir do modelo que vamos determinar). Não conhecemos o valor do expoente <em>a</em> da lei polinomial <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=I+%3D+V%5Ea+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='I = V^a ' title='I = V^a ' class='latex' />. Porém, ao apresentarmos em gráfico logaritmico, a lei polinomial tornou-se uma correlação linear entre  log I e log V. Portanto, ajustando-se uma reta aos pares (log V , log I), poderemos determinar os parâmetros  do ajuste polinomial. Note-se, entretanto, que a reta não passará pela origem, de forma que deveremos ter uma reta do tipo y = ax+b com <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=b+%5Cneq+0+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='b &#92;neq 0 ' title='b &#92;neq 0 ' class='latex' />. Realizando-se o ajuste obtemos:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Clog%7BI%7D+%3D+0%2C56+%5Ccdot+%5Clog%7BV%7D+-+1%2C077+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;log{I} = 0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - 1,077 ' title='&#92;log{I} = 0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - 1,077 ' class='latex' /></p>
<p>Para apresentar no gráfico, construiremos a reta</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r_%7BlogVI%7D+%3D+I+%3D+10%5E%7B0%2C56+%5Ccdot+%5Clog%7BV%7D+-+1%2C077%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='r_{logVI} = I = 10^{0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - 1,077} ' title='r_{logVI} = I = 10^{0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - 1,077} ' class='latex' /></p>
<p>apresentada na figura 5 em escala log x log juntamente com os pontos (V,I). Observa-se um excelente ajuste do modelo linear aos pontos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-26" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/caracteristica_polinomial-2.jpg?w=490" alt="modelo_polinom_Rincr" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 5</p>
<p>A lei polinomial será agora obtida a partir de <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Clog%7BI%7D+%3D+a+%5Ccdot+%5Clog%7BV%7D+%2Bb+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;log{I} = a &#92;cdot &#92;log{V} +b ' title='&#92;log{I} = a &#92;cdot &#92;log{V} +b ' class='latex' />, determinando-se uma constante <em>c</em> tal que <em>b = log c</em>. Temos:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cbegin%7Barray%7D%7Brcl%7D+%5Clog%7BI%7D+%26+%3D+%26+0%2C56+%5Ccdot+%5Clog%7BV%7D+-+1%2C077+%5C%5C+%26+%3D+%26+0%2C56+%5Ccdot+%5Clog%7BV%7D+-+%5Clog%7B%2810%5E%7B1%2C077%7D%29%7D+%5C%5C+I+%26%3D%26+10%5E%7B-1%2C077%7D+%5Ccdot+a+%5Ccdot+V%5E%7B0%2C56%7D+%5Cend%7Barray%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='&#92;begin{array}{rcl} &#92;log{I} &amp; = &amp; 0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - 1,077 &#92;&#92; &amp; = &amp; 0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - &#92;log{(10^{1,077})} &#92;&#92; I &amp;=&amp; 10^{-1,077} &#92;cdot a &#92;cdot V^{0,56} &#92;end{array} ' title='&#92;begin{array}{rcl} &#92;log{I} &amp; = &amp; 0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - 1,077 &#92;&#92; &amp; = &amp; 0,56 &#92;cdot &#92;log{V} - &#92;log{(10^{1,077})} &#92;&#92; I &amp;=&amp; 10^{-1,077} &#92;cdot a &#92;cdot V^{0,56} &#92;end{array} ' class='latex' /></p>
<p>A partir dos pontos (V,I) obtidos do modelo polinomial <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=I+%3D+10%5E%7B-1%2C077%7D+%5Ccdot+a+%5Ccdot+V%5E%7B0%2C56%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='I = 10^{-1,077} &#92;cdot a &#92;cdot V^{0,56} ' title='I = 10^{-1,077} &#92;cdot a &#92;cdot V^{0,56} ' class='latex' />, pode-se calcular a resistência incremental.</p>
<p>A figura 6 apresenta  o gráfico de  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=I+%3D+10%5E%7B-1%2C077%7D+%5Ccdot+a+%5Ccdot+V%5E%7B0%2C56%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='I = 10^{-1,077} &#92;cdot a &#92;cdot V^{0,56} ' title='I = 10^{-1,077} &#92;cdot a &#92;cdot V^{0,56} ' class='latex' /> indicado como <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=I_%7Bpoly%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='I_{poly} (k) ' title='I_{poly} (k) ' class='latex' /> . São mostrados também os pontos resultates do cálculo da resistência incremental a partir do modelo polinomial, indicada como <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr2%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{incr2} (k) ' title='R_{incr2} (k) ' class='latex' />.  Para efeito de comparação, são também mostrados os gráficos da resistência incremental <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr2%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{incr2} (k) ' title='R_{incr2} (k) ' class='latex' />  , anteriormente calculada diretamente dos dados e da resistência pontual <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7BOhm%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{Ohm} (k) ' title='R_{Ohm} (k) ' class='latex' /> . Note agora o comportamento mais regular da resistência incremental.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-27" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/caracteristica_polinomial-3.jpg?w=490" alt="Modelo polinomial VxI e resistencias" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 6</p>
<p>Podemos agora ajustar uma reta aos pontos da resistência incremental  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr2%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{incr2} (k) ' title='R_{incr2} (k) ' class='latex' /> , calculada a partir do modelo e determinar o erro percentual. A figura 7 mostra os gráficos respectivamente da regressão linear dos pontos, denotada por  <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=r_%7Bincr2%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='r_{incr2} (k) ' title='r_{incr2} (k) ' class='latex' /> e do erro percentual <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=erro_%7Bincr2%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='erro_{incr2} (k) ' title='erro_{incr2} (k) ' class='latex' /> .</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-28" src="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/regressoes_erros_modelo_poly.jpg?w=490" alt="regressao e erro modelo polinomial" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 7</p>
<p>Note a maior semelhança agora dos comportamentos dos erros percentuais da resistência incremental <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr2%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{incr2} (k) ' title='R_{incr2} (k) ' class='latex' /> e da resistência pontual <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7BOhm%7D+%28k%29+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=-1' alt='R_{Ohm} (k) ' title='R_{Ohm} (k) ' class='latex' /> . A resistência incremental e o erro são calculados respectivamente por:</p>
<p><img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=R_%7Bincr2%7D+%3D+%5Cfrac%7B%5CDelta+V%28k%29%7D%7B%5CDelta+I_%7Bpoly%7D%28k%29%7D+%5Cquad+%7B%5Crm+e+%7D+%5Cquad+erro_%7Bincr%7D%28k%29+%3D+%5Cfrac+%7B%5Cleft+%7C++r_%7Bincr%7D++-++R_%7Bincr%7D+%5Cright+%7C%7D+%7BR_%7Bincr%7D%7D+&amp;bg=ffffff&amp;fg=545454&amp;s=1' alt='R_{incr2} = &#92;frac{&#92;Delta V(k)}{&#92;Delta I_{poly}(k)} &#92;quad {&#92;rm e } &#92;quad erro_{incr}(k) = &#92;frac {&#92;left |  r_{incr}  -  R_{incr} &#92;right |} {R_{incr}} ' title='R_{incr2} = &#92;frac{&#92;Delta V(k)}{&#92;Delta I_{poly}(k)} &#92;quad {&#92;rm e } &#92;quad erro_{incr}(k) = &#92;frac {&#92;left |  r_{incr}  -  R_{incr} &#92;right |} {R_{incr}} ' class='latex' /></p>
<p>A faixa em que a aproximação da lei de Ohm em relação à resistência incremental calculada pelo modelo apresenta desvio inferior a 5% é bastante similar se comparada ao desvio em relação à resistência pontual.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jkogler.wordpress.com/20/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jkogler.wordpress.com/20/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jkogler.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jkogler.wordpress.com/20/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jkogler.wordpress.com&amp;blog=3195053&amp;post=20&amp;subd=jkogler&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jkogler.wordpress.com/2008/04/20/lei-de-ohm-versus-resistencia-incremental-ii/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1793954804f437b4f201f8d1c1cff9c9?s=96&#38;d=http%3A%2F%2F1.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D96&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">J Kögler</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/resistencias.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Definicoes da resistencia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/tabela-grafico-vir-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Dados V I R</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/regressoes_erros_resist.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Regressoes e erros das resistencias</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/caracteristica_polinomial.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">caracteristica com escalas log</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/caracteristica_polinomial-2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">modelo_polinom_Rincr</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/caracteristica_polinomial-3.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Modelo polinomial VxI e resistencias</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://jkogler.files.wordpress.com/2008/04/regressoes_erros_modelo_poly.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">regressao e erro modelo polinomial</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
